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Discussão:Snorri Sturluson

Snorri Sturluson em textos históricos em portuguêsEditar

  1. "A Edda em prosa é comumente chamada de Snorra Edda, “Edda de Snorri”, em referência ao político islandês do século XIII, Snorri Sturluson, a quem a obra é atribuída …" (Patrícia Pires Boulhosa, Universidade de Cambridge)
  2. "A partir de uma revisão bibliográfica, apresentaremos nesta comunicação o contexto histórico, geográfico e religioso no qual estava inserido Snorri Sturluson ao escrever a Edda em Prosa." (Flávio Guadagnucci Palamin, Revista Brasileira de História das Religiões)
  3. "… anônimas, e, mais ao norte, as vidas dos reis nórdicos, escritas na Islândia do século XIII por Snorri Sturluson. " (P Burke - Revista Estudos Históricos, 1997)
  4. "… A Saga de Egil, possivelmente também de autoria de Snorri Sturluson, narra no capítulo 46 acerca de uma expedição de Egil Skalagrímsson à Curlândia." (André Szczawlinska Muceniecks, Revista Alethéia de Estudos sobre Antigüidade e Medievo – Volume 2/2, Agosto a Dezembro de 2010.)
  5. "O poeta islandês Snorri Sturluson resgatou durante o período cristão (Edda em Prosa, também denominada de Edda Jovem, 1220 dC), uma das imagens literárias mais populares dessas criaturas para a mitologia dos tempos Vikings …" (Johnni Langer, Guerreiras de Óðinn: As Valkyrjor na Mitologia Viking, Brathair-Revista de Estudos Celtas e Germânicos, 2012)
  6. "A Edda em Prosa, de autoria de Snorri Sturluson é dividida em três partes, na primeira, Gylfaginning, é contada a viagem do rei Gylfi à Asgard, a morada dos deuses, onde, por meio de um dialogo entre Gylfi e os deuses nórdicos, Sturluson nos apresenta um apanhado de informações sobre o surgimento do mundo e dos deuses. " (Flávio Guadagnucci Palamin, Congresso Internacional de História, 2011)
  7. "O tema básico da pintura é a imolação ritual do semi-legendário Domaldi, um dos primeiros reis da Suécia, supostamente ocorrida no século VII ou VIII e narrada na Ynglinga saga de Snorri Sturluson (escrita em 1220 d.C.). " (Johnni Langer, Midvinterblot: O Sacrifício Humano na Cultura Viking e no Imaginário Contemporâneo, Brathair-Revista de Estudos Celtas e Germânicos, 2004)
  8. "Já a Edda em Prosa, tem sua autoria atribuída a Snorri Sturluson que em 1221 reuniu alguns dos manuscritos encontrados na Edda Poética - e outros posteriormente perdidos - e os reescreveu em forma de prosa." (Flávio Guadagnucci Palamin, VII Encontro Internacional de Produção Científica, 2011)
  9. "Segundo Snorri Sturlusson (escritor do Heimskringla - Sagas de reis da Noruega) após este encontro tudo que o eremita havia dito tornou-se realidade." (Renato Marra Moreira, ISLÂNDIA NO ANO 1000 d.C.: UMA ANÁLISE SEGUNDO O ISLENDIGABÓK, Nearco: revista eletronica de antiguidade, 2012)
  10. "Este último pode ser interpretado como algo que resultou de uma influência da leitura dos clássicos pelos clérigos −ou por pessoas cuja educação foi clerical, como Snorri Sturluson − que produziram a maioria dos textos de que dispomos (BOYER, 1998: 217)." (Ciro Flamarion Cardoso, A Interpretação Da Cosmogonia Religiosa Com a História Entre Os Escandinavos, Nearco: Revista eletronica de antiguidade, 2012)
  11. "Além disso, neste trabalho, também trazemos pela primeira vez em língua portuguesa a tradução do prólogo da Edda do islandês Snorri Sturluson, a partir do texto original em nórdico antigo e onde se encontra uma das genealogias mitológicas mais famosas do norte europeu." (Elton Oliveira Souza de Medeiros, A LINHAGEM PERDIDA DE SCEAF: GENEALOGIAS MÍTICO-HISTÓRICAS NA INGLATERRA E ESCANDINÁVIA & A TRADUÇÃO DO PRÓLOGO DA EDDA DE SNORRI STURLUSON, Revista Signum, 2015)
  12. " Nas Eddas o episódio se encontra no poema Völuspá e nos capítulos denominados Gylfaginning e Skáldskaparmál da Edda Prosaica, estando por sua vez no quarto capítulo da Ynglinga Saga (Snorri Sturluson, Ynglinga Saga, capítulos 6-7; Snorri Sturluson, Edda Prosaica, Gylfaginning; Obra Anônima, Edda Poética, Völuspá)." (Munir Lutfe Ayoub, A GUERRA ENTRE AESIRES E VANIRES: A ALIANÇA ENTRE GUERRA, MAGIA E FERTILIDADE OUAS MEMÓRIAS DE UM CONFLITO?, Alétheia Revista de Estudos sobre Antiguidade e Medievo, 2013)
  13. "Na Heimskringla, Snorri Sturluson não apresentou Haraldr como um déspota, mas como um rei que beneficiou os proprietários que se aliaram a ele" (Renan Marques Birro, A Batalha de Hafrsfjord (c. 890) na Egils saga (c. 1220-1230), Universidade Federal do Rio Grande do Sul)
  14. "Os documentos da época atestam que, na assembleia de verão do Althing, o primeiro parlamento islandês (e talvez o primeiro da história), Snorri Sturluson, o mais famoso poeta, histórico e político da ilha, se apresentou com uma estranha escolta …" (Livro: A Chave de Dante, G. L. Barone)
  15. " Originalmente a expressão estava ligada a produção do islandês Snorri Sturluson, sendo esta conhecida como Edda Sturlusonar, Edda em Prosa ou Edda jovem, em contraposição ao conjunto de poemas mitológicos e heróicos do Codex Regius e outros manuscritos que é …" (Pablo Gomes de Miranda, Grímnismǫ́l, Os Ditos de Grímnir, Revista Eletrônica sobre Antiguidade e Medievo)
  16. "Segundo a narrativa de Snorri Sturluson, autor da Edda em Prosa, dois humanos sobreviveriam ao Ragnarök, escondidos numa gruta, na base da árvore Yggdrasil. " (Leandro Vilar Oliveira, Os mitos nórdicos segundo Neil Gaiman, Universidade Federal da Paraíba)
  17. "... a Gesta Danorum (Feitos dos dinamarqueses) redigida no começo do século XIII, pelo historiador conhecido pelo pseudônimo de Saxo Grammaticus, e o Heimskringla (Círculo do mundo), cuja autoria é atribuída a Snorri Sturluson (1178-1241)." (Leandro Vilar Oliveira, Medievalista, 2017)
  18. "O Heimskringla (que, como já mencionei, foi redigida apenas no século XIII, na Islândia, pelo padre Snorri Sturluson) atribui algumas curas ao rei Olavo, filho de Haraldo, que reinou na Noruega no começo do século XI." (Santiago Barreiro, Pagãos fictícios, feiticeiros imaginários, alteridades literárias: As sagas islandesas como fonte historiográfica e sua representação do mundo pré-cristão, Diálogos, 2016)
  19. "A obra Edda em Prosa, escrita por volta de 1220 pelo poeta islandês Snorri Sturluson, é uma das principais fontes sobre as crenças religiosas dos povos nórdicos no período pagão. " (Caio de Amorim Féo, PARA UMA ANÁLISE ESTRUTURAL DA VINGANÇA NA MITOLOGIA E NA SOCIEDADE NÓRDICA (SÉCULOS X-XIII), Anais do Encontro Internacional e XVIII Encontro de História da Anpuh-Rio: História e Parcerias)
  20. "Ademais, temos também mencionada a saga do rei Olaf Trygvasson, escrita pelo islandês Snorri Sturluson e parte da problemática Heimskringla." (Hiram Alem, Onde estão os arcos?; NOTÍCIAS ASGARDIANAS N. 10, BOLETIM DO NÚCLEO DE ESTUDOS VIKINGS E ESCANDINAVOS)
  21. "Na realidade, é bem provável que a escolha do ator e a manutenção de tal característica seja proposital: os nomes escandinavos (alguns países mantêm a tradição até hoje) são patronímicos, ou seja, referem-se ao nome dos pais, como, por exemplo, no caso do famoso poeta islandês Snorri Sturluson, ou seja, Snorri, filho de Sturla." (Flávio Palamin, Floki, Loki e outras representações; NOTÍCIAS ASGARDIANAS N. 10, BOLETIM DO NÚCLEO DE ESTUDOS VIKINGS E ESCANDINAVOS)
  22. "Essa parte, embora sujeita à controvérsia por anos, é consistente com as descrições de vários autores como Adão de Bremem, Saxo Grammaticus e Snorri Sturluson." (François Dontaine, História e ficção em Vikings; NOTÍCIAS ASGARDIANAS N. 10, BOLETIM DO NÚCLEO DE ESTUDOS VIKINGS E ESCANDINAVOS)
  23. " A Edda Poética é um conjunto de poemas sem autoria, enquanto a Edda em Prosa tem sua autoria atribuída a Snorri Sturluson. (Flávio Guadagnucci Palamin, REPRESENTAÇÕES DE INTENÇÃO DE CONSERVAÇÃO DO DUPLO NA MITOLOGIA DA EUROPA SETENTRIONAL, VII EPCC – Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar)
  24. "O presente artigo tem como objetivo analisar a comparação feita entre o deus Óðinn e o deus Þórr na Edda de Snorri Sturluson, fonte histórica na qual o primeiro deus é relatado como dono de Sléipnir, um cavalo de oito patas, e o segundo é apresentado como o deus que ia para as assembleias a pé:" (Munir Lutfe Ayoub, 3º Encontro Transdisciplinar em História Cultural e Semiótica da Cultura, 2011)
  25. "O islandês Snorri Sturluson (c. 1178 – 1241), em sua obra Heimskringla – especificamente no primeiro capítulo, a Ynglinga Saga –, nos descreve que na Ásia, ao leste de Tanakvisl, havia uma região conhecida como Asaland ou Asaheim e cuja capital seria conhecida como Asgard." (Elton Oliveira Souza de Medeiros, University of Winchester, Revista Signum, 2014)
  26. "A Edda em Prosa trata-se de uma obra escrita em nórdico antigo por Snorri Sturluson, um poeta e historiador islândes (LANGER, 2015)." (VICTOR HUGO SAMPAIO ALVES, UM ESTUDO SIMBÓLICO-ARQUETÍPICO DA EDDA EM PROSA, 4º Seminário Integrado de Monografias, Dissertações e Teses (SIMDT))
  27. "Consideramos que, somada à Edda em Prosa, do islandês Snorri Sturluson (1179-1241), a Edda Poética apresenta o melhor conjunto de narrativas mitológicas e da religiosidade Viking." (Flávio Guadagnucci Palamin, Loki como representação do caos e da ordem na mitologia Viking, VI Congresso Internacional de História)
  28. " Tendo como principal metodologia a análise das Eddas de Snorri Sturluson que foi composta por volta do ano 1220 dC, fazendo a ligação das escrituras com os comportamentos dos vikings guerreiros escandinavos." (Mirelly Maciel da Silva, Universidade Estadual da Paraíba)
  29. "O jogo se baseia quase inteiramente no livro Edda em prosa, creditado ao político, historiador e poeta islandês Snorri Sturluson (1179-1241)e é, junto com a Edda em Verso, uma das fontes mais completas da mitologia nórdica escandinava." (Mariana Peixoto Gonçalves Pereira e Rian Oliveira Rezende, Völuspá: Mito e Jogos, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro)
  30. "Por exemplo, de acordo com a Prose Edda (“Edda em Prosa”, em uma tradução livre), um manual do poeta islandês Snorri Sturluson sobre a antiga poesia nórdica, “dança do verme do orvalho do massacre” significa “batalha”: “orvalho do massacre” significa “sangue”, “verme do sangue” significa “espada” e, por sua vez, “dança da espada” significa “batalha”." (Tiago Quintana, ARTIFÍCIOS LINGÜÍSTICO-LITERÁRIOS NA ANTIGA POESIA NÓRDICA – UMA INTRODUÇÃO, XI CONGRESSO NACIONAL DE LINGUÍSTICA E FILOLOGIA, 2007)
  31. "Com formação em História e Direito, Boulhosa concede uma perspectiva totalmente inovadora ao panorama investigativo brasileiro, ao apresentar uma discussão codicológica e documental para uma das mais importantes fontes da mitologia nórdica, a Edda de Snorri Sturluson." (Johnni Langer, Uma breve historiografia dos estudos brasileiros de religião nórdica medieval, Horizonte, 2016)
  32. "No livro The Prose Edda de Snorri Sturluson, o autor faz um apanhado, em forma de prosa, de poemas apresentados na The Poetic Edda e, dentre os mitos contados em seu livro, mostraremos os que farão parte de nossa análise. " (Flávio Guadagnucci Palamin e Solange Ramos de Andrade, ANAIS DO II ENCONTRO NACIONAL DO GT HISTÓRIA DAS RELIGIÕES E DAS RELIGIOSIDADES)
  33. "Em 1221 d.C., Snorri Sturluson escreveu um livro, ao qual nomeou Edda." (Flávio Guadagnucci Palamin, Relações de Juventude e Morte nas Eddas, V Congresso Internacional de História)
  34. "… passaram a ser designados como Edda, podendo ser diferenciados pelo nome de seu (possível) autor, Snorra Edda ou Sæmundar Edda, ou pelo seu gênero, sendo o tratado sobre poesia escrito por Snorri Sturluson a Edda em Prosa, e a compilação de poemas, a …" (Valéria Sabrina Pereira, Universidade de São Paulo)
  35. "Quando em meus olhos se diluíram as vãs aparências amadas, os rostos e a página, dei-me ao estudo da linguagem de ferro que usaram meus ancestrais para cantar solidões e espadas, e agora, através de sete séculos, desde a Última Thule, tua voz me alcança, Snorri Sturluson. " (Nayna Gasparotti Nunes, O leitor nas trilhas do texto : um diálogo entre a teoria de Umberto Eco e a poética da leitura de Jorge Luis Borges, Universidade Estadual Paulista)
  36. " Também chamada de Jovem Edda, essa coleção de textos islandeses foi elaborada por Snorri Sturluson (por volta de 1220) a partir de tradições e textos mais antigos, coroo a Edda Poética." (Thiago Destro Rosa Ferreira, Um Anel para a todos governar: o medievo e a sensibilidade contemporânea na obra O Senhor dos Anéis de J.R.R. Tolkien, Universidade Federal de Uberlândia)
  37. ”Quais as motivações de Snorri Sturlusson ter empregado em suas obras o galdr como uma magia positiva, enquanto o seiðr foi visto como negativo?” (Johnni Langer, Revista Signum)
  38. Snorri Sturluson utilizou esse prestígio para promover seus próprios projetos na Islândia.” (Johnni Langer, Dicionário de mitologia nórdica: Símbolos, mitos e ritos)
  39. ” O primeiro, conhecido como Edda em prosa (ou Edda Menor), é obra do político e poeta islandês Snorri Sturluson, escrita no ano De 1220.” (Ricardo Wagner Menezes de Oliveira, Entre nornas e valquírias: O simbolismo do cisne na Religiosidade Nórdica Pré-Cristã, II Simpósio Internacional da ABHR )
  40. ”As sagas nórdicas que foram copiladas pelo islandês Snorri Sturluson no século XIII, com toques de heroísmo, misticismo e religião, o que nos influencia nos dias de hoje em jogos, literaturas, canções, teatros e filmes. ” (VLANDSON MACIEL REZENDE CUNHA, RPG E HISTÓRIA SAGAS VIKING, Universidade Norte do Paraná)
  41. ”Além de material anônimo, Lönnroth examina também as obras dos mais importantes autores escandinavos medievais, Snorri Sturluson e Saxo Grammaticus. ” (Johnni Langer, SAWYER, Peter (ed.). The Oxford Illustrated History of the Vikings)
  42. ”… quando a referência é a literatura medieval que compreende as diversas sagas, a Edda em prosa, de Snorri Sturluson, a Edda poética (os poemas mitológicos e heróicos, anônimos, preservados no manuscrito Codex Regius). ” (Théo de Borba Moosburger, O verso aliterativo nórdico antigo: duas traduções do Rúnatal (Hávamál 138-145), Universidade Federal de Santa Catarina)
  43. ” Uma das mais proeminentes é a Egils saga, escrita entre 1220 e 1230, provavelmente composta pelo poeta, historiador, literato, lögsögumaður e goði islandês Snorri Sturluson (1178-1241).” (Renan Marques Birro, ANAIS DO VIII ENCONTRO DE HISTÓRIA DA ANPUH )
  44. ”Quando em meus olhos se diluíram as vãs aparências amadas, os rostos e a página, dei-me ao estudo da linguagem de ferro que usaram meus ancestrais para cantar solidões e espadas, e agora, através de sete séculos, desde a Última Thule, tua voz me alcança, Snorri Sturluson. (Jorge Luis Borges, 1971) ” (Tarciso Souza Oliveira, LEITURA E PRODUÇÃO TEXTUAL: PRÉ-REQUISITOS NO ENSINO DE LINGUA PORTUGUESA, UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA)
  45. ”Como a principal proposta deste trabalho é entender a inserção da mulher na sociedade viking partindo da análise do lugar ocupado pelas deusas dentro do panteão mitológico nórdico, utilizaremos como principal fonte a escritura da Edda em Prosa, que se caracteriza como uma das principais fontes literárias escandinavas, provavelmente escrita em 1222 ou 1223, e que tem sua autoria considerada como certa e indiscutível atribuída a Snorri Sturluson, estabelecendo-se então, a idéia de ‘’texto original’’ – aquele escrito pelo próprio autor, sem a intervenção de copistas.” (Francielly da Silva Delvalle, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul , AS REPRESENTAÇÕES DA MULHER NA MITOLOGIA NÓRDICA, )
  46. ”… Snorri Sturluson em 1221 dC, 17 já possuindo uma estrutura totalmente coerente e ordenada das narrativas mitológicas. ” (Johnni Langer, Mythica Scandia: Repensando as Fontes Literárias da Mitologia Viking, Brathair-Revista de Estudos Celtas e Germânicos, 2012)
  47. ”… que divide uma suposta autoria em comum, o lögsögumaðr islandês, Snorri Sturluson, com a compilação conhecida como Heimskringla) carecem de qualquer passagem que …” (Pablo Gomes de Miranda, Seguindo o Urso e o Lobo: Discussões Sobre os Elementos Religiosos dos Berserkir e dos Ulfheðnar, História, imagem e narrativas, 2010)
  48. ”Entre essas fontes se encontram compilações de homens como o islandês Snorri Sturluson e o germano Adam de Bremen:” (Munir Lutfe Ayoub, SALÕES DE CULTOS E BANQUETES: A COMPREENSÃO DOS ESPAÇOS ESCANDINAVOS,Revista Crítica Histórica, 2013 )
  49. ”Alguns estudiosos do tema da cosmologia nórdica chegaram a questionar se o modelo vertical fosse uma concepção apenas de Snorri Sturluson para sua Edda, concepção essa influenciada por um referencial cristão do autor. ” (Leandro Vilar Oliveira, O Inferno nórdico? Um estudo interpretativo sobre Náströnd, PLURA, Revista de Estudos de Religião, 2017)
  50. ”Nosso tema encontra-se na denominada Edda Menor, tradicionalmente atribuída a Snorri Sturluson e escrita em torno de 1220 d.C. na Islândia. ” (Johnni Langer,Thor, estrelas e mitos: uma interpretação etnoastronômica da narrativa de Aurvandil, Revista Brasileira de História das Religiões. ANPUH, 2018)
  51. ”… histórias mais antigas: o colar de Freya, Brisingamen, já é mencionado na Prose Edda, Loki roubando esse mesmo colar é contado na Húsdrápa, e a descrição dos deuses nórdicos de acordo com a teoria do euhemerismo já havia sido feita por Snorri Sturluson no prólogo …” (Tiago Quintana e Álvaro Alfredo Bragança Jr., A Cristianização da Noruega e o Fortalecimento da Monarquia Norueguesa: uma perspectiva histórico-literária, Brathair - Revista de Estudos Celtas e Germânicos, 2012)
  52. "Portanto, Peter Hallberg (apud FAUKES, idem) argumenta que o próprio Snorri Sturluson foi o autor desse poema, uma vez que ele era muito capaz de compor convincentes pastiches de poema édico mitológico." (Yuri Fabri Venancio, O POEMA DE ÞRYMR – extraída do manuscrito islandês Codex Regius da Edda Poética)
  53. ”Outro detalhe único: um dos pés do deus surge ao fundo da embarcação, seguindo a descrição de Snorri (Sturluson 2005: 64).” (Johnni Langer, Brathair-Revista de Estudos Celtas e Germânicos, 2012)
  54. ” É o caso não só da magia do anel, mas dos artefatos mágicos produzidos pelos filhos de Ívaldi (10) e pelos irmãos Eitri e Brokk (11), que acabaram por ser distribuídos entre os deuses, como pode ser observado na Edda em prosa, de Snorri Sturluson: “Loki ofertou a Óðinn a lança Gungnir, a Þórr os cabelos para Sif e a Freyr, o barco Skíðblaðnir.” (Luiz Claudio Moniz, VIDA, MORTE E MAGIA NO DRAMA MUSICAL O ANEL DO NIBELUNGO (O OURO DO RENO E A VALQUÍRIA), DE RICHARD WAGNER, NEARCO - Revista Eletrônica de Antiguidade e Medievo, 2019)
  55. "O autor argentino comenta a obra Edda Prosaica, que data dos anos 1230, do historiador e poeta Snorri Sturluson." (Juliana Cunha MENEZES, A METÁFORA PARA BORGES, ARISTÓTELES, VICO E NIETZSCHE , REVISTA MEMENTO - Revista do Mestrado em Letras Linguagem, Discurso e Cultura, 2012)
  56. "Snorri Sturluson foi um poeta islandês que viveu de 1178 até o ano de 1241, é conhecido como o escritor da Edda em Prosa que é considerada uma das importantes fontes sobre a mitologia nórdica, possui também a autoria da Heimskringla, na qual fala sobre os reis escandinavos , é autor de várias fontes sobre os escandinavos utilizados hoje em dia." (João Paulo Garcia Teixeira, AS VALQUÍRIAS NO IMAGINÁRIO VIKING, AS VALQUÍRIAS NO IMAGINÁRIO VIKING)
  57. ”… Desse modo temos hoje a Edda poética, uma coletânea anônima de poemas mitológicos e heróicos (compostos possivelmente entre os séculos IX e XIII), bem como a Edda em prosa, atribuída a Snorri Sturluson, ambos textos do século XIII, este da primeira metade do século …” (Théo de Borba Moosburger, Os varangos nas sagas islandesas, Brathair - Revista de Estudos Celtas e Germânicos, 2012)
  58. ” Ou pelo menos assim nos diz o mito de criação contido na Edda (Faulkes, 2000, 11), um manual de poesia escrito no século XIII pelo islandês Snorri Sturluson e que é uma das duas grandes fontes de informação sobre a mitologia nórdica. ” (Hélio Pires,Vaningi: O javali e a identidade dos Vanir, Revista Brasileira de História das Religiões, 2015)
  59. ”Embora a utilização das kennings seja comum às literaturas anglo-saxã, nórdica e teutônica, são os tratados de gramática em Old Norse e, principalmente, a Edda em Prosa de Snorri Sturluson, que primeiramente identificaram, denominaram e descreveram, em termos literários, essa construção metafórica essencial à poesia germânica antiga. ” (Erick Ramalho, A figuração do tempo em Beowulf. Do original à tradução, Brathair-Revista de Estudos Celtas e Germânicos, 2012)
  60. ”No caso das Eddas, as visões cosmológicas da Edda Poética apresentam-se de forma heterogênea, enquanto a Edda em Prosa de Snorri Sturluson concede uma interpretação uniforme e coerente,55 não tanto de seu referencial religioso, mas como produto de um hibridismo das velhas e novas visões de mundo. ” (Johnni Langer, A Religião Nórdica Antiga: conceitos e métodos de Pesquisa, Revista de Estudos da Religião, 2016)
  61. "Mesclando fatos verídicos, folclóricos e imaginários, relatavam a história de reis, como Heinskringla, de Snorri Sturluson, ou de famílias, como Laxdaela Saga, de autor desconhecido." (Édimo de Almeida Pereira, A terceira margem da África: uma análise crítica da reconstrução de identidades afrodescendentes na prosa de Antonio Olinto, Universidade Federal de Juiz de Fora)
  62. "Allchin (1997) defende que a terceira linha, a de tradução, constitui “provavelmente a mais importante de todas”, destacando-se o trabalho realizado em três peças: “As Crónicas da Dinamarca” de Saxo Grammaticus, “As crónicas dos reis da Noruega” de Snorri Sturlunson e do poema épico Beowulff11. " (Rui Pedro Madeira Gato, N. F. S. GRUNDTVIG E AS ESCOLAS POPULARES DINAMARQUESAS: CONTRIBUTOS PARA A EDUCAÇÃO DE ADULTOS, Universidade de Lisboa)
  63. "... Outro fato muito apontado por Hedeager em seu trabalho é que obras como a de Saxo Grammaticus sobre o povo dane, a de Snorri Sturluson sobre o povo norueguês..."

Esnorro Esturleu em textos em portuguêsEditar

  • Desconhecido.

Symbol opinion vote.svg OpiniãoEditar

Snorri Sturluson parece ser a forma consagrada em português. Não foram encontradas nenhumas ocorrências de Esnorro Esturleu .--HCa (discussão) 16h03min de 18 de janeiro de 2019 (UTC)

  Concordo Shgür Datsügen (discussão) 18h48min de 19 de janeiro de 2019 (UTC)
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