Abrir menu principal

Discussão:Zélia Cardoso de Mello

UntitledEditar

O texto sobre o confisco está, de for repetida mas bem posto, em outros artigos, como Plano Collor e Governo Collor. No entanto, aqui ele surge de maneira desconexa, e, a priori, sem necessidade. Portanto, acho conveniente que seja removido. Giro720 msg 16h31min de 20 de março de 2009 (UTC)

Não apenas o texto do confisco, mas também o texto sobre as privatizações, na introdução... Se ninguém mais se manifestar até o fim do mês, não vejo porque não tirar... Kleiner msg 21h02min de 27 de março de 2009 (UTC)
O confisco foi uma medida adotada pela equipe dela. Jackiestud (discussão) 14h22min de 29 de março de 2009 (UTC)

O texto:

O plano de estabilização conduzido pela equipe da Ministra Zélia "pela primeira vez na história mundial confiscou todos os ativos financeiros de um país da noite para o dia"[1]; o "confisco da caderneta de poupança", como ficou conhecido, lhe granjeou enorme antipatia. Mas segundo o acadêmico Carlos Eduardo Carvalho, Professor do Departamento de Economia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, a medida política executada pelo Governo Collor, que ficou conhecida como confisco, não fazia parte, originalmente, do Plano Collor e tem origens num consenso entre os candidatos à presidência da época: Collor, Ulysses Guimarães e Lula da Silva. O confisco já era um tema em debate entre os candidatos à eleição presidencial: A gênese do Plano Collor, ou seja, como e quando foi formatado o programa propriamente dito, desenvolveu-se na assessoria de Collor a partir do final de dezembro de 1989, depois da vitória no segundo turno. O desenho final foi provavelmente muito influenciado por um documento discutido na assessoria do candidato do PMDB, Ulysses Guimarães, e depois na assessoria do candidato do PT, Luís Inácio Lula da Silva, entre o primeiro turno e o segundo. Apesar das diferenças nas estratégias econômicas gerais, as candidaturas que se enfrentavam em meio à forte aceleração da alta dos preços, submetidas aos riscos de hiperinflação aberta no segundo semestre de 1989, não tinham políticas de estabilização próprias. A proposta de bloqueio teve origem no debate acadêmico e se impôs às principais candidaturas presidenciais [2]. Quando ficou claro o esvaziamento da campanha de Ulysses, a proposta foi levada para a candidatura de Luís Inácio Lula da Silva, do PT, obteve grande apoio por parte de sua assessoria econômica e chegou à equipe de Zélia depois do segundo turno, realizado em 17 de dezembro[2].

poderia ser substituído por:

O plano de estabilização conduzido pela equipe da Ministra Zélia "pela primeira vez na história mundial confiscou todos os ativos financeiros de um país da noite para o dia" [3]; o "confisco da caderneta de poupança", como ficou conhecido, lhe granjeou enorme antipatia. Mas segundo o acadêmico Carlos Eduardo Carvalho, Professor do Departamento de Economia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, a medida política que ficou conhecida como confisco, não fazia parte, originalmente, do Plano Collor e tem origens num consenso entre os candidatos à presidência da época: Collor, Ulysses Guimarães e Lula da Silva.[2]. Quando ficou claro o esvaziamento da campanha de Ulysses, a proposta foi levada para a candidatura de Luís Inácio Lula da Silva, do PT, obteve grande apoio por parte de sua assessoria econômica e chegou à equipe de Zélia depois do segundo turno, realizado em 17 de dezembro[2].

O que acham? Kleiner msg 22h23min de 29 de março de 2009 (UTC)

Kleiner, pra mim ficou otemo! aceito a sua. Jackiestud (discussão) 22h26min de 29 de março de 2009 (UTC)
Ok então, vamos esperar mais uns dois dias para aguém mais se manifestar... Não havendo oposição, mudamos conforme a proposta... =) Kleiner msg 22h29min de 29 de março de 2009 (UTC)

Artigo TendenciosoEditar

Parece que o objetivo deste artigo é amenizar a "culpa" da ministra pelo confisco. A citação da opinião do especialista Carlos Eduardo Carvalho, da forma como foi incluída no artigo, compartilha a responsabilidade pelo confisco com pessoas que não faziam parte do governo. O confisco afetou a grande maioria dos brasileiros e teve enorme consequências políticas, econômicas e sociais, e é de total responsabilidade do governo Collor e sua equipe.Luís Felipe Braga Msg 14h40min de 22 de julho de 2010 (UTC)

Esse artigo é ridículamente tendencioso. que vergonha. Usuário: anônimo 23:46 9 de setembro de 2010 (UTC)

Concordo infinitamente, parece até que foi escrito pela própria. --201.2.92.69 (discussão) 18h17min de 25 de janeiro de 2013 (UTC) Há aqueles que defendam o Confisco dos depósitos bancários em 1991 pelo Governo Collor. No governo Sarney a poupança andava de mãos dadas com a inflação. Ambos girando algo em torno de 80% culminaria fatalmente numa crise semelhante ao experimentado pela Argentina no governo Carlos Menen. Só que Collor foi radical demais.

Trecho a remover sobre o poder de ZéliaEditar

O trecho "Segundo a revista Isto é Dinheiro, foi a mulher que mais acumulou poder em toda história republicana." deve ser removido, pois:

1) O link de referência é uma página que não existe (pelo menos, atualmente).

2) Mesmo que o link existisse, a afirmação estaria desatualizada. Já que, provavelmente, a mulher que mais acumulou poder atualmente seria a presidente Dilma Rousseff dado em razão do cargo que ocupa e pelas posições em rakings de influência e poder. [4][5]

Andretf (discussão) 21h47min de 25 de agosto de 2014 (UTC)

__________________

      Concordo com a alteração, como não houve contestação creio que já possa ser atualizado. 

Leonardo Bego (discussão) 01h57min de 30 de agosto de 2014 (UTC)

Regressar à página "Zélia Cardoso de Mello".