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Colaborou com o jornal [[A Federação]], desde seu primeiro número, no qual escreveu ''Cartas a d. Izabel'', com o [[pseudônimo]] de Amaro Juvenal, que continuou sendo utilizado em poemas satíricos.
 
O que mais literáriamenteliterariamente notabilizou Ramiro Barcellos foi um poemeto campestre, hoje considerada uma jóia da literatura gauchesca, elaborado entre [[1910]] e [[1915]], em razão de uma briga política contra seu primo [[Antônio Augusto Borges de Medeiros]] (1863-1961), então presidente do estado, ali retratado como [[Antonio Chimango]].
 
Foi um dos apoiadores da [[Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre]].
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