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{{AP|[[Restauração bourbônica na Espanha]]}}
 
Após a restauração dos [[Casa de Bourbon#Reis da Espanha|Bourbons]] na coroa da Espanha, na pessoa de [[Afonso XII da Espanha|Afonso XII]], Sagasta fundou em [[1880]] o [[Partido Liberal (Espanha, Restauração)|Partido Liberal]], partido que junto ao [[Partido Liberal-Conservador|Partido Conservador]] de [[Antonio Cánovas del Castillo]] constituiria o sistema bipartidista com alternância no governo que caracterizaria àa Restauração espanhola durante o trecho final do [[século XIX]] e a primeira parte do [[século XX]]. Durante este período, Sagasta presidiu o governo em cinco ocasiões.
 
A [[24 de novembro]] de [[1885]], nas vésperas da morte do rei [[Afonso XII]], Sagasta, como líder do partido liberal, assinou com Cánovas del Castillo, chefe do partido Conservador, o denominado [[Pacto do Pardo]], visando apoiar a regência de [[Maria Cristina de Habsburgo-Lorena|Maria Cristina]] (grávida do futuro rei [[Afonso XIII da Espanha|Afonso XIII]]) e garantir assim a continuidade da monarquia frente da situação criada pela prematura morte do monarca. Neste pacto foi sancionado a ordem de governo entre ambas as formações, e Cánovas comprometeu-se a ceder o poder aos liberais de Sagasta em troca de que estes acatassemacatarem a [[Constituição espanhola de 1876|Constituição de 1876]]. A [[27 de novembro]], Sagasta formou um novo Governo, tal e qual fora acordado três dias antes. O vez instaurado no Pacto do Pardo prolongou-se até [[1909]]. O pacto já existia implicitamente desde [[1881]], data na qual Sagasta assumiu o poder pela primeira vez no período da Restauração.
[[Ficheiro:Gobierno Provisional 1869 (J.Laurent).jpg|250px|thumbnail|right|Sagasta de pé no canto esquerdo, com o Governo provisório de [[1869]]]]
 
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