João de Almada e Melo: diferenças entre revisões

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Tendo controlado rapidamente a situação com pulso de ferro, João de Almada acabou por permanecer no Porto até ao fim da vida, empenhando-se de alma e coração, durante quase três décadas, no engrandecimento da cidade. Soube, também, rodear-se de bons conselheiros, como o cônsul [[Reino Unido|britânico]], [[John Whitehead]].
 
Estava-se no ano de [[1761]], altura em que foi elaborado o projecto de modernização da zona norte da cidade, exterior às [[Idade Média|medievais]] [[MuralhasMuralha FernandinasFernandina do Porto|Muralhas Fernandinas]]. Desta iniciativa haveria de surgir a actual [[Praça da Liberdade (Porto)|Praça da Liberdade]] e um novo eixo de ligação à velha estrada de [[Braga]], que hoje perpetua a sua memória, a [[Rua do Almada]].
 
A exposição ao rei das dificuldades sentidas para concretizar as reformas urbanísticas projectadas, levou o monarca a criar a '''[[Junta das Obras Públicas]]''', em [[1762]], estendendo ao Porto as medidas de excepção criadas para a reconstrução de Lisboa após o terramoto. A Junta foi financiada localmente pela imposição de um novo imposto lançado sobre o comércio do [[vinho]]: um [[Real (moeda portuguesa)|real]] por cada quartilho (meio [[litro]]) de vinho.
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