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É considerado um dos artistas de [[vanguarda]] da [[década de 50]], pois foi nessa época que, depois das séries de superfícies com jornal amassado do início da década, o artista deu início à chamada ''[[combine painting]]'', utilizando-se de garrafas de [[Coca-Cola]], embalagens de produtos industrializados e pássaros empalhados para a criação de uma [[pintura]] composta por não somente de massa [[pigmento|pigmentária]] mas incluindo também estes objetos. Estes trabalhos foram precursores da ''[[Pop Art]]''.
 
Rauschenberg une a pintura à [[comunicação]], privando esta (em sua opinião) de sua ''[[aura]]'' - conceito desenvolvido nas obras de [[Walter Benjamin]] - e dizia não confiar em idéias, preferindo os materiais, pois estes o colocariam em confronto com o desconhecido. O artísta, mais jovem, fez parte do movimento [[Dadá]] em Nova York, empregando ''"processos de collage fotográfica e serigráfica, produzindo impressões diretas de objetos imagísticos sobre placas gays e sensibilizadas"'' (Thomas, 1994, p. 102).
Acreditava ele que a pintura se relacionava com a vida e com a arte, assim buscando agir entre estes dois pólos. Nessa perspectiva o artista, em ''[[Bed]]'' (''Cama''), pinta o que acredita-se ser sua própria coberta, tornando a obra tão pessoal e íntima quanto um [[auto-retrato]], confrontando assim o aspecto pessoal de uma cama arrumada com o meio artístico, ao pendurá-la em uma parede, na vertical. Assim, ainda que a cama perca sua função, ela ainda pode ser relacionada às atividades íntimas nela exercidas.