Diferenças entre edições de "Melro-preto"

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Em 1555, [[Pierre Belon]], na sua obra ''L'histoire de la nature des oyseaux'', diz que "''Chacun sait qu'il est de couleur noire, et que son bec devient jaune en vieillissant…''" ("''Toda a gente sabe que ele é negro, e que seu bico se torna amarelo com a idade...''") e também que "''Les médecins tiennent qu'il engendre bonnes humeurs, acomparants la chair à celle de la Grive aussi ont maintenant coutume de concéder aux malades d'en manger, l'estimant de facile digestion.''" ("''Os médicos acreditam que gera bons humores, comparando a sua carne à do tordo que costuma ser utilizada para alimentar os doentes, considerando-a de fácil digestão.''").<ref name=Belon>{{citar livro|autor=Belon, Pierre|título=L'histoire de la nature des oiseaux|subtítulo=avec leurs descriptions, et naïfs portraicts retirez du naturel, écrite en sept livres|língua3=fr|local=Paris|editora=Gilles Corrozet|ano=1555|página=320-321|url=http://web2.bium.univ-paris5.fr/livanc/?p=348&cote=00907&do=page}}</ref> O melro-preto foi também recenseado por [[Carolus Linnaeus]] em 1746 na sua obra sobre a fauna da Suécia, ''Fauna Svecica''.<ref name=Linnaeus2>{{citar livro|autor=Linnaeus, Carolus|título=Fauna Svecica. Editio altera, auctior|língua3=la|local=Estocolmo|editora=Laurentii Salvii|ano=1761|página=80|url=http://gdz.sub.uni-goettingen.de/dms/load/img/?IDDOC=275500}}</ref>
 
[[R. S. Thomas]] escreveu no seu [[poema]] ''A Blackbird Singing'' que existe nele uma sugestão de lugares negros,<ref name=RST>{{citar web|url=http://www.poemhunter.com/poem/a-blackbird-singing/|titulo=A Blackbird Singing|autor=Thomas, R.S.|publicado=PoemHunter|língua3=en|acessodata=16 de janeiro de 2012}}</ref> e o melro-preto simboliza a [[resignação]] na [[tragédia|trágica]] e [[macabro|macabra]] [[peça de teatro|peça]] do [[século XVII]], ''[[The Duchess of Malfi]]'';<ref name=deVries76>{{citar livro|autor=de Vries, Ad|título=Dictionary of Symbols and Imagery|língua3=en|local=Amsterdão|editora=North-Holland Publishing Company|ano=1975|página=51|isbn=0-7204-8021-3}}</ref> uma conotação alternativa é a [[:wikt:vigilância|vigilância]], simbolizada pelo distinto grito de alarme da ave.<ref name=deVries76/> O distinto canto melodioso do melro-preto é o tema do poema de [[Edward Thomas (poeta)|Edward Thomas]], ''Adlestrop'',<ref name=Adelstrop>{{citar web|url=http://www.poetsgraves.co.uk/Classic%20Poems/Thomas%20E/adlestrop.htm|titulo=Adelstrop|autor=Thomas, Edward|publicado=Poets' Graves|língua3=en|acessodata=16 de janeiro de 2012}}</ref> e o poemeto de [[Guerra Junqueiro]], ''O melro'', publicado na edição de 1885 do seu livro ''A Velhice do Padre Eterno'', é baseado na crença popular de que os melros-pretos e outros pássaros, como os [[pintassilgo]]s e os [[rouxinol|rouxinóis]], envenenam os filhos quando os encarceram.<ref name=GJ>{{citar web|url=http://www.gutenberg.org/files/23526/23526-8.txt|titulo=A Velhice do Padre Eterno|autor=Junqueiro, Guerra|publicado=Project GutembergGutenberg|acessodata=16 de janeiro de 2012}}</ref>{{limpar}}
 
== Ver também ==
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