Diferenças entre edições de "Henrique Capriles Radonski"

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Em 14 de abril de 2013, [[Nicolás Maduro]] foi eleito com 50,66% dos votos contra 49,07% de Capriles – uma diferença de cerca de 300 mil votos numa eleição com cerca de 19 milhões de eleitores registrados.<ref>{{citar web|url=http://edition.cnn.com/2013/04/14/world/americas/venezuela-elections/index.html?hpt=hp_t1|titulo=Official: Maduro wins Venezuelan presidency|publicado=CNN|acessodata=15/04/2013}}</ref> A participação eleitoral foi de 78,71%.<ref>{{citar web|url=http://oglobo.globo.com/mundo/nicolas-maduro-o-novo-presidente-da-venezuela-8114456|titulo=Nicolás Maduro é o novo presidente da Venezuela |publicado=O Globo|acessodata=15/04/2013}}</ref>
==Críticas ao comportamento pós-eleição de 2013==
 
Nas eleições regionais de de 16 de dezembro de 2012, Capriles foi reconduzido ao cargo de governador do estado de [[Miranda]] com apertado resultado de 51,86% dos votos, vencendo por uma pequena diferença de menos de 2 por cento o ex-vice presidente venezuelano [[Elías Jaua]], que reconheceu a derrota para Capriles. Analistas, entre os quais, [[Salim Lamrani]], doutor em Estudos Ibéricos e Latino-americanos da [[Universidade de Paris-Sorbonne|Universidade Sorbonne]] apontam críticas ao comportamento de Capriles após a eleição presidencial de 14 de abril de 2013.
{{quote2|''Capriles, que não deixou de acusar de parcial o Conselho Nacional Eleitoral durante a campanha presidencial, tinha-se mostrado muito mais indulgente em relação ao órgão durante as eleições regionais de 16 de dezembro de 2012. Existia uma razão para isso: o CNE o declarou vencedor no Estado de Miranda e ele celebrou a decisão. Depois do resultado apertado de 14 de abril de 2013 – 213.473 votos de diferença a favor de Maduro (50,75%) -, Capriles repudiou o sufrágio popular. Não obstante, durante sua eleição como governador (51,86%), a diferença com seu opositor de esquerda Elías Jaua foi de apenas 45.111 votos de um total de mais de dois milhões. No entanto, Jaua aceitou sua derrota<ref>O jogo perigoso de Henrique Capriles e da oposição venezuelana http://operamundi.uol.com.br/conteudo/opiniao/28415/o+jogo+perigoso+de+henrique+capriles+e+da+oposicao+venezuelana.shtml</ref>.''|Salim Lamrani, jornalista, professor e Doutor em Estudos Ibéricos e Latino-americanos da Universidade Sorbonne-Paris IV}}
 
 
 
 
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