Diferenças entre edições de "Algazali"

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Ghazali teve uma influência importante em ambos os filósofos [[muçulmano]]s e [[cristão]]s [[medieval|medievais]]. [[Margaret Smith]] escreve em seu livro ''Al-Ghazali: The Mystic'': "Não pode haver dúvida de que as obras de Al-Ghazali seria uma das primeiras a atrair a atenção desses estudiosos europeus". Então, ela enfatiza: "O maior desses escritores cristãos que foi influenciado por Al-Ghazali foi [[São Tomás de Aquino]] (1225-1274), que fez um estudo sobre escritores árabes e admitiu sua dívida para com eles. Ele estudou na [[Universidade de Nápoles Federico II|Universidade de Nápoles]], onde a influência da literatura e cultura árabe era predominante na época." Além disso, o interesse de Tomás de Aquino por estudos islâmicos pode ser atribuída à infiltração de '[[averroísmo]] latino' no [[século XIII]], especialmente na [[Universidade de Paris]].<ref>Smith, Margaret. [[Londres]], 1944. pg. 220.</ref>
 
A influência de Al Ghazali foi comparado à obra de São Tomás de Aquino na [[teologia]] cristã, mas os dois diferiram muito em métodos e crenças. Considerando que Ghazali rejeitou os [[filósofo]]s não-islâmicos como [[Aristóteles]] e e vendo-se este apto a descartar os ensinamentos deles com base na sua "incredulidade", Aquino abraçou-os e incorporou o pensamento grego antigo e latimlatino em seus escritos filosóficos.
 
Ghazali também desempenhou um papel muito importante na integração [[Sufismo]] com a [[charia]]. Ele combinou os conceitos do Sufismo muito bem com as leis da sharia. Foi o primeiro a apresentar uma descrição formal do Sufismo em suas obras. Suas obras também reforçaram o status de [[sunita]] contra outras escolas islãs.
{{Referências}}
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== Referências bibliográficas ==
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