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'''Guerra Fria''' é a designação atribuída ao período histórico de disputas estratégicas e conflitos indiretos entre os [[Estados Unidos]] e a [[União Soviética]], compreendendo o período entre o final da [[Segunda Guerra Mundial]] ([[1945]]) e a extinção da União Soviética ([[1991]]), um conflito de ordem [[política]], [[militar]], [[Tecnologia|tecnológica]], [[econômica]], [[social]] e [[ideológica]] entre as duas nações e suas zonas de influência.
 
Uma parte dos historiadores argumenta que foi uma disputa dos países que apoiavam as [[Liberdades civis]], como a liberdade de opinião e de expressão e de voto, representada pelos Estados Unidos e outros países ocidentais e do outro lado a ditadura comunista ateia,<ref>Encíclica ''Qui pluribus'', do [[Papa Pio IX]], a [[9 de novembro]] de [[1846]]: Acta Pii IX, vol. I, pág. 13. Cf. Sílabo, IV: A.A.S., vol. III, pág. 170.</ref><ref>Encíclica ''Quod Apostolici muneris'', do [[Papa Leão XIII]], a [[28 de dezembro]] de 1878: Acta Leonis XIII, vol. I, pág. 40</ref> (''ver: [[Ateísmo Marxista-leninista]]'') onde era suprimida a possibilidade de eleger e de discordar, defendida pela União Soviética (URSS)<ref>{{Citar livro|autor=Bellamy, Richard|titulo=The Cambridge History of Twentieth-Century Political Thought|editora=Cambridge University Press|ano=2003|isbn=0-521-56354-2|página=60}}</ref> e outros países onde o comunismo fora imposto por ela.
 
Outra parte dos historiadores defende que esta foi uma disputa entre o [[capitalismo]], que patrocinou regimes ditatoriais na América Latina,<ref>[http://cmais.com.br/aloescola/historia/guerrafria/guerra1/descricaopanoramica3.htm]</ref> representado pelos Estados Unidos, e o [[socialismo]] totalitário<ref name=anne>{{citar web |url=http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2006/02/21/AR2006022101140.html|autor= Anne Applebaum |publicado=Washington Post |título= ''Happy Anniversary, Nikita Khrushchev'' |data= 22 de fevereiro 2013 |acessodata=18 de agosto 2013 |língua= en}}</ref><ref name="Brasil Escola"/> expansionista<ref>Max Frankel, "Stalin's Shadow," [http://www.nytimes.com/2012/11/25/books/review/iron-curtain-by-anne-applebaum.html?pagewanted=all&_r=0 ''New York Times'' Nov 21, 2012] baseado no livro de Anne Applebaum, ''Iron Curtain: The Crushing of Eastern Europe, 1944–1956'' (2012), ver Introduction, texto depois da nota 26, e capitulos. 3, 7-9, acessado em 4 de outubro de 2013</ref> ou [[socialismo estatal|socialismo de Estado]],<ref>http://www.theguardian.com/commentisfree/2013/dec/09/if-nelson-mandela-really-had-won</ref> onde fora suprimida a propriedade privada, defendido pela União Soviética (URSS) e China.<ref>[http://www.spiegel.de/international/world/0,1518,483023,00.html ''The Chinese Cultural Revolution: Remembering Mao's Victims''] por Andreas Lorenz em Beijing, [[Der Spiegel]] Online. 15 de maio de 2007</ref> Entretanto, esta caracterização só pode ser considerada válida com uma série de restrições e apenas para o período do imediato pós-Segunda Guerra Mundial, até a [[década de 1950]]. Logo após, nos [[anos 1960]], o bloco [[socialista]] se dividiu e durante as décadas de [[década de 1970|1970]] e [[década de 1980|1980]], a [[China]] [[comunista]] se aliou aos Estados Unidos na disputa contra a União Soviética. Além disso, muitas das disputas regionais envolveram Estados [[capitalista]]s, como os Estados Unidos contra diversas [[potência]]s locais mais [[nacionalista]]s.
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