Ética a Nicômaco: diferenças entre revisões

Sem alteração do tamanho ,  3 de junho de 2014
(Retirei anotação pessoal do editor anterior.)
O desenvolvimento do tema da justiça na teoria de Aristóteles, discípulo de Platão, tem sede no campo ético, ou seja, no campo de um saber que vem definido em sua teoria como saber prático. É da reunião das opiniões dos sábios, dentro de uma visão de todo o problema que surgiu uma concepção propriamente aristotélica.<ref name="Bittar2012">{{cite book|author=Eduardo Bittar|title=Curso de filosofia do direito|url=http://books.google.com.br/books?id=xYYZPwAACAAJ&dq=Curso+de+Filosofia+do+direito+eduardo+bittar&hl=pt&sa=X&ei=UUqdUeeDM9Kz4AO0s4CQBA&ved=0CDgQ6AEwAQ|year=2012|page=128}}</ref>
 
O mestre do Liceu tratou também a justiça entendendo-a como uma virtude, assemelhada a todas as demais tratadas no curso. A justiça, assim definida como virtude, torna-se o foco das atenções de um ramo do conhecimento humano que se dedica ao estudo próprio do comportamento humano; áà ciência prática, intitulada ética, cumpre investigar e definir o que é o justo e o injusto, o que é ser temerário e o que é ser corajoso, o que é ser jactante, etc.
 
Somente a educação ética (ética significa hábito em grego), ou seja, a criação do hábito do comportamento ético, o que se faz com a prática à conduta diuturna do que é deliberado pela reta razão à esfera das ações humanas, pode construir um comportamento virtuoso, ou seja, um comportamento justo.
Utilizador anónimo