Batalha de Monte Caseros: diferenças entre revisões

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== O "Exército Grande" ==
 
Em 1851, o general e governador da provincia de Buenos Aires, Juan Manuel Rosas, declarou guerra ao Brasil. Em oposição a isto, firmaram um acordo em 21 de novembro de 1851 os governos de Entre Ríos, Corrientes, Uruguai e o Imperio do Brasil. Por este tratado, o general Justo José de Urquiza se comprometia a atravessar o [[rio Paraná]] e combater Rosas. Para tanto constituiu-se o denominado Exército Grande, integrado por entrerrianos, correntinos, brasileiros, uruguaios e alguns habitantes da provincia de Buenos Aires.
[[Ficheiro:Passage du Paraná par l'armée d'Urquiza.jpg|thumb|350px|left|O exército de [[Justo José de Urquiza|Urquiza]] atravessando o [[Rio Paraná]].]]
 
Em 1851, o general e governador da provincia de Buenos Aires, Juan Manuel Rosas, declarou guerra ao Brasil. Em oposição a isto, firmaram um acordo em 21 de novembro de 1851 os governos de Entre Ríos, Corrientes, Uruguai e o Imperio do Brasil. Por este tratado, o general [[Justo José de Urquiza]] se comprometia a atravessar o [[rio Paraná]] e combater Rosas. Para tanto constituiu-se o denominado Exército Grande, integrado por entrerrianos, correntinos, brasileiros, uruguaios e alguns habitantes da provincia de Buenos Aires.
 
O efetivo era composto por vinte e seis mil homens, onde se compreendiam vinte mil recrutados nas províncias argentinas de [[Entre Ríos (província)|Entre Ríos]] e [[Corrientes (província)|Corrientes]], quatro mil do [[Brasil]], sob o comando do então [[barão de Caxias]], e dois mil do [[Uruguai]], sob o comando de [[Cesar Diaz]]. Entre as tropas argentinas destacavam-se personagens como o futuro presidente [[Bartolomé Mitre]], liderado pelo governador de Entre Ríos, [[Justo José de Urquiza]]. Urquiza encontrava-se em revolta contra [[Juan Manuel Rosas]] desde [[1 de maio]] de [[1851]], dia em que lançou o chamado [[Pronunciamento de Urquiza]].
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