Diferenças entre edições de "Acmella oleracea"

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==Uso==
Planta cultivada na região norte do país, onde é utilizada como condimento culinário amazônico, principalmente para ao preparar o famoso “molho-de-tucupi”. As folhas e inflorescência são empregadas na medicina caseira na região norte do país, para tratamento de males da boca e garganta, além de tuberculose e litíase pulmonar. As folhas e flores quando mastigadas dão uma sensação de formigamento nos lábios e na língua devido sua ação anestésica local, sendo por isso usada para dor-de-dente como anestésico e como estimulante do apetite. O chá das folhas e inflorescência é empregada também, contra anemia, escorbuto, dispepsia e como estimulante da atividade estomáquica.<ref>LORENZI, Harri. Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas cultivadas. ISBN 85-867414-18-6</ref>
A substancia responsável pela ação anestésica na mucosa bucal é uma [[isobutilamida]] denominada [[espilantol]]. Na sua composição química, além de [[espilantol]], são citados a [[espilantina]],[[ afinina]], colina e [[fitosterina]].<ref>LORENZI, Harri. Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas cultivadas. ISBN 85-867414-18-6</ref>
== Uso em culinária ==
O jambu é muito utilizado nas culinárias amazonense, rondoniense, acriana e paraense, podendo ser encontrado em iguarias como o ''[[tacacá]]'', o ''[[pato no tucupi]]'' e até mesmo em [[pizza]] combinado com [[mozarela]]. Pode-se preparar o jambu da mesma maneira que se prepara a [[couve]] refogada, cortando-a fininha e refogando-a no [[azeite]] com [[alho]] e [[sal]] a gosto e ''[[bacon]]'' cortado em cubinhos.
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