Convênio de Taubaté: diferenças entre revisões

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O '''''Convênio de Taubaté''''' de 1906 foi um acordo firmado entre os governadores dos estados de [[São Paulo]] ([[Jorge Tibiriçá]]), [[Minas Gerais]] ([[Francisco Sales]]) e [[Rio de Janeiro]] ([[Nilo Peçanha]]) para proteger a [[Produção de café no Brasil|produção brasileira de café]], que passava por um momento crítico, de preços baixos e prevendo a colheita de uma safra recorde. Engendrada dentro dos princípios da "[[Política dos Governadores]]", acordou-se uma intervenção do Governo federal em benefício da classe dos cafeicultores de determinadas regiões do país.
 
O convênio estabelecia preços mínimos para a compra do excedente pelos governos, que a exportação de tipos inferiores de [[café]] fosse desencorajada, que fosse melhorada a propaganda no exterior, que se estimulasse o consumo interno e restringisse a expansão das lavouras. As compras seriam financiadas por emissões lastreadas em empréstimos externos. Além disso, o governo federal se comprometia com a criação da [[Caixa de Conversão]] a fim de estabilizar o [[taxa de câmbio|câmbio]], e assim, a [[renda]] dos cafeicultores em moeda doméstica. O convênio deu início à primeira operação de defesa do café, que foi composta por uma política de valorização do produto e outra de estabilização cambial.
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