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8 bytes adicionados ,  11h29min de 25 de junho de 2015
O reino de Qin foi o primeiro a adotar a filosofia legalista, desde a época dos Reinos Guerreiros. Os governadores aboliram a nobreza e privilegiaram os guerreiros que matavam mais homens em combate, o que permitiu a formação de uma meritocracia incipiente. Favoreceram a entrada de imigrantes em seu território pela entrega de recompensas em terra, aboliram a servidão privada e instituíram pesados impostos pagos em forma de alimentos ou trabalho. Quando o rei Zheng consolidou seu domínio sobre os outros reinos da China, ele continuou seguindo essa política, e foi em grande parte graças a ela que ele conseguiu manter unidos os chineses por algum tempo.<ref name="Shang">http://www.worldfuturefund.org/wffmaster/Reading/China/lordshangTradwebplan.htm</ref>
 
== Religião dos Qin ==
 
O pensamento religioso dominante na china Qin era ainda muito marcado pelas ideias antigas. Acreditava-se que os "espíritos" dos mortos estavam entre os vivos e, portanto, era necessário agradá-los frequentemente. Com o passar do tempo, os chineses principiariam a refletir sobre o destino dos mortos, chegando a conclusões cada vez mais complexas. A alma dos mortos, acreditava-se, teria duas dimensões: uma terráquea e outra ascética. Esta última seguiria para o céu após a morte, enquanto a primeira continuaria na terra, motivo pelo qual os vivos deveriam sempre deixar oferendas para os antepassados. Mais tarde, com ascensão da [[dinastia Han]], noções sobre o julgamento pós-morte iriam se popularizar entre os chineses.
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