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* ág'''u'''a {{IPA|/ˈa. ɡ'''w''' ɐ /}}
 
Parte da confusão que falantes da língua portuguesa temtêm para diferenciar '''semivogal''' de '''vogal''', deve-se à tênue diferença prevista nos critérios ou, na combinação destes, para diferenciá-las, muito embora amplos e distintos (lábios, palato, língua). A principal característica percebida durante a pronúncia isolada das vogais ('''a''','''e''','''o''') e semivogais ('''i''','''u'''), está no movimento dos lábios que gradativamente vão se contraindo à medida que se avança a fala sequenciada das letras (a,e,i,o,u). Entre a pronúncia da primeira letra (vogal) "a" e a última (semivogal) "u", nesta série, os lábios passam da forma aberta à de um assobio.
 
Entretanto, é o fato de o grafema não ter simbologia própria, especialmente para '''fonemas semivocálicos''' {{IPA|"y"}} e {{IPA|"w"}}, o principal causador de confusão porque faz uso de letras semivogais {{IPA|" i "}} e {{IPA|" u "}} para representá-lo. Apesar de '''acusticamente''' se aproximar de uma vogal, a semivogal '''funcional''' da fonologia aproxima-se de uma consoante. Não se deve confundir a letra, enquanto símbolo, com o fonema porque este é o som representado por aquela.
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