Diferenças entre edições de "Medusa"

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Numa versão posterior do mito da Medusa, relatada pelo [[poeta]] [[Roma Antiga|romano]] [[Ovídio]],<ref>''[[Metamorphoses]]'' 4.770.</ref> a Medusa teria sido originalmente uma bela donzela, "a aspiração ciumenta de muitos pretendentes", sacerdotisa do templo de Atena. Um dia ela teria cedido às investidas do "Senhor dos Mares", [[Poseidon]], e deitado-se com ele no próprio templo da deusa Atena; a deusa então, enfurecida, transformou o belo cabelo da donzela em [[serpente]]s, e deixou seu rosto tão horrível de se contemplar que a mera visão dele transformaria todos que o olhassem em pedra. Na versão de Ovídio, Perseu descreve a punição dada por Atena à Medusa como "justa" e "merecida".
 
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=== A morte da Medusa ===
Na maioria das versões do mito, enquanto a Medusa esperava um filho de Poseidon, deus dos mares, teria sido [[decapitação|decapitada]] pelo herói Perseu (semi-deus), que havia recebido do rei [[Polidecto|Polidetes]] de [[Sérifo]] a missão de trazer sua cabeça como presente. Com o auxílio de Atena, de [[Hermes]], que lhe forneceu [[sandália]]s aladas, e de [[Hades]], que lhe deu um [[elmo de invisibilidade]], uma [[espada]] e um [[escudo]] [[Espelho|espelhado]], o herói cumpriu sua missão, matando a Górgona após olhar apenas para seu inofensivo reflexo no escudo, evitando assim ser transformado em pedra. Quando Perseu separou a cabeça da Medusa de seu pescoço, duas criaturas nasceram: o [[cavalo]] alado [[Pégaso]] e o gigante dourado [[Crisaor]].
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