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Segundo a [[doutrina da Igreja Católica]], e especialmente segundo [[Gregório de Nissa]], a virtude é "''uma disposição habitual e firme para fazer o bem''", sendo ''o fim de uma vida virtuosa tornar-se semelhante a [[Deus]]''.<ref>''[[Compêndio do Catecismo da Igreja Católica]]'' (''CCIC''), n. 377</ref> Existem numerosas virtudes que se relacionam entre si tornando virtuosa a própria [[vida]]. No [[catolicismo]], existem 2 categorias de virtudes:
 
* '''as [[virtudes teologais]]''', cuja origem, motivo e objeto imediato são o próprio [[Deus]]. Os cristãos acreditam que elas são infundidas no [[homem]] com a [[graça]] santificante, e que elas tornam os homens capazes de viver em relação com a [[Santíssima Trindade]]. Elas fundamentam e animam ''o agir [[moral]] do [[cristão]], vivificando as virtudes humanas''. Para os cristãos, elas são ''o penhor da presença e da ação do [[Espírito Santo]] nas faculdades do ser humano'' <ref>''CCIC'', n. 384</ref>. As virtudes teologais são três:
** [[Fé]]: através dela, os cristãos creem em [[Deus]], nas suas verdades reveladas e nos ensinamentos da Igreja, visto que Deus é a própria [[Verdade]]. Pela fé, "''o homem entrega-se a Deus livremente. Por isso, o crente procura conhecer e fazer a vontade de Deus, porque "a fé opera pela caridade" ([[versículo]] 6 do capítulo 5 da [[Epístola aos Gálatas]]).
** [[Esperança]]: por meio dela, os crentes, por ajuda da [[graça]] do [[Espírito Santo]], esperam a [[vida eterna]] e o [[Reino de Deus]], colocando a sua [[confiança]] perseverante nas promessas de [[Cristo]].
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