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Outra menção histórica e concorrente do prepúcio sagrado pertence à Abadia de Coulombs, da diocese de Chartres, em França. A relíquia teve um papel importante na vida da princesa de França [[Catarina de Valois]], então casada com o rei [[Henrique V de Inglaterra]]. Estando grávida pela primeira vez em [[1421]], e certamente ansiosa, a princesa mandou buscar o relicário para encontrar conforto espiritual. Dizia-se então que as emanações sagradas da relíquia garantiam um parto indolor e prometiam saúde de mãe e filho. [[Henrique VI de Inglaterra]] veio ao mundo sob esta influência milagrosa.
 
[[Voltaire]], no seu ''Tratado sobre a Tolerância'' de [[1763]], refere com ironia que a veneração do prepúcio sagrado era uma prática ''muito mais razoável que a de detestar e perseguir o próximo'' ([<ref>http://www.wsu.edu/~dee/ENLIGHT/TOTOL.HTM])</ref>.
 
São conhecidos outros verdadeiros prepúcios sagrados reclamados em dada altura pelas catedrais de Puy-en-Velay, [[Santiago de Compostela]], [[Antuérpia]], [[Besançon]], [[Metz]], [[Hildesheim]] e [[Calcata]]. A versão do prepúcio pertencente a esta última foi exibida perante os fiéis numa procissão anual até [[1983]], quando o precioso relicário e o seu sagrado conteúdo foram roubados desta igreja italiana.