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A frase entrou para o ''[[mainstream]]'', no entanto, durante a década de 1990, com o quinteto britânico [[Spice Girls]].<ref>{{Citar web|url=http://harvardmagazine.com/2008/01/from-title-ix-to-riot-gr.html|title=From Title IX to Riot Grrrls|publisher=Harvard Magazine|date=January–February 2008|accessdate=2012-09-30}}</ref><ref>{{Citar web|url=http://news.bbc.co.uk/1/hi/entertainment/38786.stm|title=Girl power &#124; You've come a long way baby|publisher=BBC News|date=December 30, 1997|accessdate=2012-09-30}}</ref><ref>{{Citar web|author=Sarler, Carol|url=http://www.dailymail.co.uk/femail/article-396834/Girl-Power-betrayed-us.html|title=Girl Power: how it betrayed us|publisher=Daily Mail|date=21 July 2006|accessdate=2012-09-30}}</ref> a Professora Susan Hopkins, em seu texto 2002, ''Girl Heroes: The New Force in Popular Culture'', sugeriram uma correlação entre "girl power", Spice Girls e as heroínas de ação no final do século 20.<ref>{{Citar web|author=Costi, Angela|url=http://www.sensesofcinema.com/2002/22/power_chicks/|title=Super Slick Power Chicks: The New Force or Elaborate Parody?|publisher=Senses of Cinema|date=October 4, 2002|accessdate=2012-09-30}}</ref>
 
Outros estudiosos também têm examinado a frase, "girl power", muitas vezes dentro do contexto campo acadêmico, por exemplo [[wikipedia:Buffy_studies|Buffy estudos]].<ref>[http://www.thirdspace.ca/articles/karras.htm "The Third Wave's Final girl: Buffy the Vampire Slayer"] {{Wayback|url=http://www.thirdspace.ca/articles/karras.htm|date=20050620082403}}</ref> A teórica de mídia, Kathleen Rowe Karlyn, em seu artigo ''Scream, Popular Culture, and Feminism's Third Wave: I'm Not My Mother''<ref>{{Citar web|last=Karlyn|first=Kathleen Rowe|url=http://www.genders.org/g38/g38_rowe_karlyn.html|title=Scream, Popular Culture, and Feminism's Third Wave: I'm Not My Mother|publisher=Genders|year=2003|accessdate=2012-09-30}}</ref> e Irene Karras em ''The Third Wave's Final girl: [[Buffy the Vampire Slayer]] ''sugerem uma ligação com a [[terceira onda do feminismo]]. Francisca Cedo e Kathleen Kennedy, na introdução ''de Athena’s Daughters: Television’s New Women Warriors'', discute o que eles descrevem como uma ligação entre o girl power e uma "nova" imagem de [[Mulheres guerreiras na cultura|mulheres guerreiras]] na [[cultura popular]].<ref>{{Citar web|last=Riley|first=Robin|url=http://www.h-net.org/reviews/showrev.cgi?path=238391094059727|title=Review of Early, Frances; Kennedy, Kathleen, eds., Athena's Daughters: Television's New Women Warriors|publisher=H-Net Reviews|date=May 2004|accessdate=2012-09-30}}</ref>
 
=== Dicionário Inglês de Oxford ===
Dr. Debbie Ging, Presidente do BA em Estudos de Comunicação na Universidade de Dublin, foi um crítico das ideias "Girl power", as vinculado com a sexualização das crianças, as meninas, em particular.<ref>Ging, Debbie. </ref>
Amy McClure da [[Universidade Estadual da Carolina do Norte|Carolina do Norte Universidade do Estado]] alertou contra colocar demasiada esperança no conceito de girl power e empoderamento. Ela diz, "Uma ideologia baseada no [[consumismo]] nunca pode ser um revolucionário movimento social. O fato de que parece ser um movimento revolucionário é uma perigosa mentira de que não só os profissionais de marketing vendem para nós, mas que nós, muitas vezes, felizmente vender a nós mesmos."<ref>[http://www.allacademic.com/meta/p108568_index.html] {{Wayback|url=http://www.allacademic.com/meta/p108568_index.html|date=20080131183249}}</ref>
A mídia às vezes pode apresentar uma definição estreita do que significa ser uma menina hoje. Um exemplo comum é as a [[Barbie]], boneca popular da [[Mattel]]. O recente "eu posso ser" da Barbie<ref>http://icanbe.barbie.com</ref> incorpora este conceito de "girl power": que meninas podem ser qualquer coisa que elas querem, quando elas crescem. Sem dúvida, a imagem da Barbie da imagem também pode reduzir as opções das garotas com que elas podem se identificar.<ref>{{Citar livro|last1=Lamb|first1=Sharon|last2=Brown|first2=Lyn Mikel|authorlink1=Sharon Lamb|authorlink2=Lyn Mikel Brown|title=Packaging Girlhood: rescuing our daughters from marketers' schemes|publisher=St. Martin's Griffin|location=New York|year=2007|isbn=9780312370053}}</ref>
 
== Movimento nos dias atuais ==
* [[Malala Yousafzai]]
 
== Ver também ==
* [[Mulheres guerreiras na cultura|Mulheres guerreiras]]
* [[Feminismo Amazonas]]
{{referências}}
 
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