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Referências à ''Britannica'' podem ser encontradas em meio da [[literatura inglesa]], notadamente na obra de [[Arthur Conan Doyle]], em seu personagem mais conhecido, [[Sherlock Holmes]], na história "[[The Red-Headed League]]". Este [[conto]] foi realçado pelo [[Lord Mayor of London]], Gilbert Inglefield, durante o bicentenário da ''Britannica''<ref name="EB_bicentennial" />
 
A obra goza de reputação popular como o sumário de todo o conhecimento humano.<ref name="thomas_1992"/> A fim de aprimorar seus conhecimentos, muitos se dedicaram à leitura de toda a enciclopédia, levando de 3 a 22 anos para consegui-lo.<ref name="kogan_1958"/> Quando [[Fat'h Ali Shah Qajar]] se tornou o [[Xá]] da [[Pérsia]], em [[1797]], foi-lhe ofertado um conjunto completo da 3.ª edição da ''Britannica'', que ele leu na íntegra; depois deste feito, ele estendeu o seu título real, incluindo "O Mais Formidável Senhor e Mestre da ''Encyclopædia Britannica''”.<ref name="EB_bicentennial">{{Referência a livro | ano = 1968 | título = Banquete em Guildhall, Londres, Terça-feira, 15 de outubro de 1968: Celebrando o 200.º Aniversário da Encyclopædia Britannica e o 25.º Aniversário de William Benton como Presidente e Editor | editora = [[Encyclopædia Britannica, Inc.|Encyclopædia Britannica International, Ltd.]] | local = [[United Kingdom]]}}</ref> O escritor [[George Bernard Shaw]] afirma ter lido inteira a 9.ª edição — excepto os artigos científicos<ref name="kogan_1958"/> — e [[Richard Evelyn Byrd]] levou a ''Britannica'' como material de leitura para a sua estadia de cinco meses no [[Polo Sul]], em [[1934]]. Mais recentemente, [[A.J. Jacobs]], um editor da revista [[Esquire]], leu a versão inteira de [[2002]] da 15.ª edição, descrevendo as suas experiências num livro, em [[2004]], intitulado ''The Know-It-All: One Man's Humble Quest to Become the Smartest Person in the World'' (“O Sabe-tudo: Um homem humilde indaga como se tornar a pessoa mais inteligente do mundo”, em livre tradução). Apenas duas pessoas se conhece como tendo lido duas edições diferentes: o autor [[C. S. Forester]]<ref name="kogan_1958"/> e [[Amos Urban Shirk]], um negociante estadunidense, que leu a 11.ª e a 14.ª edições, dedicando, para isso, cerca de três a quatro horas e meia por noite para ler a 11.ª.<ref>{{Citar livro |título= Reader | publicado = The New Yorker | volume = 9 |data= 3 de Março de 1934 | páginas = 17}}</ref> Vários editores-chefes da ''Britannica'' provavelmente leram as suas edições na íntegra, tais como [[William Smellie]] (1.ª edição)<ref>{{citar web |url=https://www.nationalgalleries.org/collection/artists-a-z/b/artist/john-brown-2841/object/william-smellie-1740-1795-printer-naturalist-and-antiquary-pg-3588 |titulo=William Smellie, 1740 - 1795. Printer, naturalist and antiquary |autorlink=www.nationalgalleries.org |publicado=The National Galleries of Scotland |lingua=inglês |arquivourl=https://web.archive.org/web/20160930095441/https://www.nationalgalleries.org/collection/artists-a-z/b/artist/john-brown-2841/object/william-smellie-1740-1795-printer-naturalist-and-antiquary-pg-3588 |arquivodata=30 de setembro de 2016 |acessodata=30 de setembro de 2016}}</ref>, [[William Robertson Smith]] (9.ª edição)<ref>{{citar web |url=https://ia902701.us.archive.org/23/items/lifeofwilliamrob00blacuoft/lifeofwilliamrob00blacuoft.pdf |titulo=The life of William Robertson Smith |autorlink=https://ia902701.us.archive.org |publicado=Archive.org |lingua=inglês |acessodata=30 de setembro de 2016 }}</ref>, e [[Walter Yust]] (14.ª edição).{{carece de fonte}}
 
=== Prêmios ===