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Existem três tipos principais de evidências de eras glaciais: geológicas, químicas e paleontológicas.
 
* '''Geológicas'''ola tudo bem ?: as evidências geológicas ocorrem sob formas variadas, incluindo abrasão, arranque e pulverização de rochas, [[morena (geologia)|morena]]s de glaciares, ''[[drumlin]]s'', [[vale glaciar|vales glaciares]], e a deposição de sedimentos glaciares e [[bloco errático|blocos erráticos]]. Glaciações sucessivas tendem a distorcer e apagar evidências geológicas, tornando-as difíceis de interpretar.
 
* '''Químicas''': este tipo de evidências consiste sobretudo de variações nas proporções de [[isótopo]]s em [[fóssil|fósseis]] presentes em sedimentos e rochas sedimentares, testemunhos de sedimentos marinhos, e para os períodos glaciais mais recentes, [[testemunho de gelo|testemunhos de gelo]]. Uma vez que água contendo isótopos mais pesados tem um maior [[calor de evaporação]], a sua proporção diminui em condições mais frias<ref>[http://www.sciam.com/print_version.cfm?articleID=00001580-C282-1148-828283414B7F012B How are past temperatures determined from an ice core?], Scientific American, September 20, 2004</ref>. Tal facto permite a construção de um registo de temperaturas. Porém, esta evidência pode ser afectada por outros factores registados pelas proporções isotópicas; por exemplo, uma [[extinção em massa]] aumenta a proporção de isótopos mais leves nos sedimentos e no gelo porque os processos biológicos usam preferencialmente isótopos mais leves, portanto uma redução da [[biomassa]] terrestre ou oceânica resulta num deslocamento repentino e biologicamente induzido do equilíbrio isotópico no sentido de existirem maiores proporções de isótopos mais leves disponíveis para deposição.
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