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Uma das características do eletromagnetismo clássico é a dificuldade em associar com a [[mecânica clássica]], compatível porém com a [[relatividade especial]]. Conforme as equações de Maxwell, a velocidade da luz é uma constante, depende apenas da permissividade elétrica e permeabilidade magnética do vácuo. Isso porém viola a invariância de [[Galileu]], a qual já era há muito tempo base da [[mecânica clássica]]. Um caminho para reconciliar as duas teorias era assumir a existência de [[éter luminífero]] através do qual a luz propagaria. No entanto, os experimentos seguintes falharam em detectar a presença do éter. Em 1905, Albert Einstein resolveu o problema com a teoria da [[relatividade especial]], a qual abandonava as antigas leis da [[cinemática]] para seguir as [[transformação de Lorentz|transformações de Lorentz]] as quais eram compatíveis com o eletromagnetismo clássico.
 
A teoria da relatividade mostrou também que adotando-se um referencial em movimento em relação a um campo magnético, tem-se então um campo elétrico gerado. Assim como também o contrário era válido, então de fato foi confirmado a relação entre [[eletricidade]] e [[magnetismo]]. Portanto o termo "eletromagnetismo" estava consolidado. Física é uma ótima
 
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