Diferenças entre edições de "Duque da Terceira"

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=== Dom Francisco Xavier Manoel de Vilhena Dias de Freitas ===
O 11.º conde de Vila Flor e V conde de Azarujinha, D. Francisco Xavier Manoel de Vilhena Dias de Freitas, foi Administrador da Fábrica Ápis, S.A. e Cavaleiro Tauromáquico, com alternativa concedida por [[AlfredoManuel Conde]] em [[1968]], apresentando-se nas arenas com o nome artístico de Francisco Azarujinha<ref>[http://2.bp.blogspot.com/-Iw2hTvCIdKw/TdvVBF94QhI/AAAAAAAAB9Q/yfrpgaGUQWM/s1600/D.%2BF.Azarujinha.jpg RODRIGUES, A. Martins, 1968, ''Portugal - O Fado e as Toiradas'']</ref>. Foi senhor, com seus irmãos, do Palácio Vila Flor e do Palácio do Conde de Azarujinha, e ainda do Chalet Azarujinha no Estoril, foi representante do título de duque da Terceira, tendo desde logo autorizado o uso ao seu filho D. Lourenço. Cavaleiro da Ordem de São Miguel da Ala.
 
Casou na capela do Palácio de Queluz com D. Maria Cristina Freire Bandeira Barata, tendo presidido à cerimónia Frei [[Vítor Melícias]], OFM, actual Ministro Superior Provincial. Maria Cristina Freire Bandeira Barata era filha de José Alfredo Barata, Industrial, Sócio-gerente da fábrica de laníficios José Alfredo Barata (filho de Francisco Barata, Industrial e neto de Francisco Pereira Espiga, Industrial de Lanificios, Sócio-gerente da fábrica Baiúca e de outras duas fábricas de lanifícios, etc.) e de D. Maria Henriqueta Freire Bandeira Duarte.
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