Falanges Libanesas: diferenças entre revisões

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As '''Falanges libanesas''' (em [[língua árabe|árabe]] الكتائب اللبنانية [''Al Kataib Al Lubnaniyya''], geralmente designadas simplesmente como ''Kata'ib''<ref>Kata'ib é [[plural]] de ''Katiba'', que é a [[transliteração]] do árabe para a [[palavra]] [[língua grega|grega]] [[Falange|φάλαγξ / phálanx]] - "[[infantaria]]", que, por sua vez, originou o termo em [[língua portuguesa|português]] "falange"</ref>) constituem um [[partido político]] de extrema direita do [[Líbano]], fundado em [[1936]] por [[Pierre Gemayel]], Najib Acouri, George Naccache (jornalista), [[Charles Helou]] (depois Presidente da República), [[Hamid Frangié]] e Chafic Nassif. Fortemente [[nacionalistas]], e militarizados desde 1975, as Falanges se opuseram durante muito tempo a outras correntes cristãs, dentre as quais aquela do primeiro presidente do Líbano, [[Émile Eddé]], francófilo e pró-israelense<ref>[http://www.guardian.co.uk/news/2000/may/24/guardianobituaries1, ''Raymond Edde''], ''[[The Guardian]]'', 2000</ref>
 
Embora se defina oficialmente como uma organização política [[laico|secular]], a maioria dos seus componentes é [[cristã]] [[maronita]]. As Falanges estiveram implicadas em numerosos atos de guerra e massacres durante a [[Guerra Civil Libanesa]] ([[1975]]-[[1990]]), a exemplo do [[massacre de Shabra e Shatila|massacre de refugiados palestinos, nos campos de Sabra e Shatila]].
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