Diferenças entre edições de "Dialética"

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[[Imagem:Heraclitus, Johannes Moreelse.jpg|thumb|140px|direita|[[Heráclito]], o pensador dialético mais radical da Grécia Antiga.]]
Porém, na época, os gregos preferiram acreditar na [[metafísica]] de Parmênides, a qual pregava que a [[essência]] do ser é imutável, e as mudanças só acontecem na [[superfície]]. Esse [[pensamento]] prevaleceu, por atender aos interesses da [[classe dominante]], na época. Para sobreviver, a dialética precisou renunciar às expressões mais radicais, conciliando-se com a metafísica.
 
Depois de um [[século]], Aristóteles reintroduziu a dialética, sendo responsável, em boa parte, pela sua sobrevivência. Ele estudou muito sobre o conceito de [[movimento]], que seriam potencialidades, atualizando-se. Graças a isso, os filósofos não deixaram de estudar o lado dinâmico e mutável do real. Com a chegada do [[feudalismo]], a dialética perdeu forças novamente, reaparecendo, no [[Renascimento]] e no [[Iluminismo]].