Diferenças entre edições de "Guerra da Cisplatina"

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→‎Forças oponentes: O que é portenho? É quem nasce em Portugal?
(Onde erroneamente estava escrito que o "Brasil perde a guerra" devia estar escrito que assinou um tratado de paz, coisas diferentes.)
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(→‎Forças oponentes: O que é portenho? É quem nasce em Portugal?)
 
=== Forças oponentes ===
O Brasil tinha uma significativa vantagem populacional em relação aos seus inimigos. A população brasileira era de 4,5 milhões de pessoas (incluindo 1,1 milhão de [[escravo]]s), enquanto que a população das Províncias Unidas era de 600.000 (150.000 na província de [[Buenos Aires (província)|Buenos Aires]]) e a do Uruguai, 60.000.<ref>Kirkpatrick, ''Latin Amercia'', 155; Hubert Herring, ''A History of Latin America'' (New York: Alfred A. Knopf, 1955), 601; Vale, "The Creation", 67.</ref> O tamanho da população, entretanto, não era uma medida adequada da força dos países. Muitos brasileiros estavam fisicamente e emocionalmente afastados do conflito. Nas Províncias Unidas, somente os portenhos[[portenho]]s estavam interessados na luta. Apesar de a maioria dos uruguaios terem lutado com os portenhos[[portenho]]s, alguns se aliaram aos brasileiros.
 
Tanto o Brasil quanto as Províncias Unidas tinham dificuldades em criar exércitos nacionais. A espinha dorsal do [[Exército Brasileiro]], que havia lutado no Uruguai entre [[1811]] e [[1821]], era portuguesa. Depois que o Brasil [[Independência do Brasil|proclamou sua independência]] em [[1822]], as tropas portuguesas em [[Montevidéu]] retornaram à [[Europa]] em março de [[1824]], sendo substituídas por tropas brasileiras recém recrutadas. A partir de 1822, o [[Império Brasileiro]] começou a criar um exército nacional com as unidades brasileiras que já existiam, mas ainda havia muito a se fazer.
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