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| [[Artemisia Lufkin]] || 1798–1811 || Primeira mulher a dirigir o Ministério da Magia. Estabeleceu o Departamento de Cooperação Internacional em Magia e fez grande lobby até conseguir um torneio da Copa Mundial de Quadribol na Grã-Bretanha durante seu mandato. Durante o seu governo, ocorria no mundo trouxa as [[Guerras Napoleônicas]]
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| Grogan Stump || 1811–1819 || Ministro da Magia muito popular, fã apaixonado de Quadribol (Tutshill Tornados), estabeleceu o Departamento de Jogos e Esportes Mágicos e conseguiu definir uma legislação diferenciando feras e seres mágicos, algo que há muito tempo era fonte de dissensões. Dedicou-se principalmente à nomenclatura dos monstros e dos seres e criou as três divisões do Departamento de Regulação e Controle das Criaturas Mágicas: dos Seres, dos Monstros e dos Espíritos. Durante o seu governo, no mundo trouxa as Guerras Napoleônicas chegavam ao fim.
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| Josefina Flint || 1819–1827 || Revelou durante seu mandato um insalubre preconceito contra trouxas. Antipatizava com as novas tecnologias trouxas da [[Revolução Industrial]] como o telégrafo, que, segundo ela, interferiam no devido funcionamento das varinhas.
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| Ottaline Gambol || 1827–1835 || Muito mais progressista, Gambol estabeleceu comitês para investigar a capacidade intelectual dos trouxas que, naquele período do Império Britânico, parecia ser muito maior do que alguns bruxos acreditavam. Responsável pela instauração do [[Expresso de Hogwarts]].
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| Radolfo Lestrange || 1835–1841 || Reacionário que tentou fechar o Departamento de Mistérios – que o ignorou. Acabou se demitindo devido à saúde precária, mas dizem vários rumores que foi por incapacidade para lidar com as pressões do cargo. Durante o seu governo, ocorria no mundo trouxa a [[Guerra do Ópio]].
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| Hortênsia Milliphutt || 1841–1849 || Apresentou mais leis do que qualquer outro ministro no poder, muitas delas úteis, algumas enervantes (relativas à agudeza das pontas dos chapéus, entre outras), que por fim levaram à sua derrocada política.
| Evangeline Orpington || 1841–1849 || Apresentou mais leis do que qualquer outro ministro no poder, muitas delas úteis, algumas enervantes (relativas à agudeza das pontas dos chapéus, entre outras), que por fim levaram à sua derrocada política.
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| Evangeline Orpington || 1849–1855 || Amiga querida da Rainha Vitória, que nunca soube ser ela uma bruxa, quanto mais Ministra da Magia. Acredita-se que Orpington utilizou (ilegalmente) magia para intervir na [[Guerra da Crimeia]]. Uma Ministra muito celebrada; possuía, segundo Garrick Ollivander, uma varinha de choupo. Foi a responsável pela construção da Plataforma 9¾ <small>(Nove-e-Três-Quartos)</small>, na Estação de [[King's Cross]].
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| Priscilla Dupont || 1855–1858 || Desenvolveu um rancor irracional pelo Primeiro Ministro trouxa, Lord Palmerston, a ponto de lhe causar muitos problemas (moedas que se transformavam em ova de sapo no bolso do casaco etc.) e ser forçada a deixar o cargo. Ironicamente, Palmerston foi forçado pelos trouxas a deixar o cargo dois dias depois. Durante o seu governo, ocorreu no mundo trouxa a [[Revolta dos Sipaios|Revolta Indiana de 1857]].
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| Dugald Mcphail || 1858–1865 || Um sujeito confiável. Enquanto o parlamento trouxa passava por um período de notável agitação, o Ministério da Magia conhecia um período de agradável calmaria. Ex-aluno de [[Hogwarts]], membro da Lufa-Lufa. Ministro que instaurou o [[Nôitibus Andante]] em 1865.
| Venúsia Crickerly || 1903–1912 || Segunda ex-auror a ocupar o cargo. Considerada competente e amistosa, Crickerly morreu em um bizarro acidente de jardinagem (envolvendo mandrágoras).
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| Archer Evermonde || 1912–1923 || No cargo durante a [[Primeira Guerra Mundial]] dos trouxas, Evermonde aprovou leis de emergência proibindo bruxas e bruxos de se envolverem, para prevenir o risco de infrações em massa ao Estatuto Internacional de Sigilo. Milhares o desafiaram, ajudando os trouxas como puderam.
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| Lorcan Mclaird || 1923–1925 || Bruxo talentoso, mas político improvável, McLaird era um homem incrivelmente taciturno, que preferia se comunicar por monossílabos e expressivas baforadas de fumaça, produzidas com a ponta da varinha. Forçado a sair do posto por causar verdadeira irritação com suas excentricidades.
| Hector Fawley || 1925–1939 || Sem dúvida eleito por ser muito diferente de McLaird, o exuberante e vistoso Fawley não levou muito a sério a ameaça apresentada à comunidade bruxa mundial por [[Gellert Grindelwald]]. Fawley não considerou seriamente a ameaça de Grindelwald à comunidade mágica mundial e como resultado foi deposto do cargo de Ministro da Magia.
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| Leonardo Spencer-Moon || 1939–1948 || UmFoi ministro da magia durante a [[Segunda Guerra Mundial]] dos trouxas. Foi um ministro sensato que fez carreira dentro do Ministério, tendo começado como copeiro no Departamento de Acidentes e Catástrofes Mágicas. Supervisionou um período de grande conflito internacional para bruxos e trouxas. Tinha uma boa relação de trabalho com o Primeiro-Ministro britânico trouxa, [[Winston Churchill]]. Foi em seu governo que [[Gellert Grindelwald]] foi derrotado e aprisionado por [[Albus Dumbledore]].
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| Wilhelmina Tuft || 1948–1959 || Bruxa jovial que presidiu um agradável período de paz e prosperidade. Morreu no cargo após descobrir, tarde demais, sua alergia a doce de aliquente.
| Ignatius Tuft || 1959–1962 || Filho da ministra anterior. Um linha-dura que aproveitou a popularidade da mãe para ganhar a eleição. Prometeu instituir um controverso e perigoso programa de procriação de dementadores e foi obrigado a deixar o cargo.
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| Nobby Leach || 1962–1968 || Primeiro Ministro da Magia nascido trouxa, sua indicação causou consternação na velha guarda (puro-sangue); muitos abandonaram seus cargos no governo em protesto. Leach sempre negou qualquer envolvimento com a vitória da Inglaterra na [[Copa do Mundo de 1966]]. Deixou o poder após contrair uma doença misteriosa (as teorias conspiratórias são abundantes).
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| Eugenia Jenkins || 1968–1975 || Jenkins enfrentou com competência os tumultos causados pelos puros-sangues durante as marchas pelos Direitos dos Abortos, no fim dos anos sessenta, mas logo foi confrontada com a primeira ascensão de Lord Voldemort. Foi destituída do posto por ser vista como inadequada para o desafio.
| Harold Minchum || 1975–1980 || Foi Ministro durante a Primeira Guerra Bruxa. Visto como linha-dura, apesar de reforçar a segurança do mundo bruxo e colocou ainda mais dementadores ao redor de Azkaban, mas foi incapaz de conter o que parecia uma incontrolável ascensão de Voldemort ao poder.
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| Millicen Bagnold || 1980–1990 || Foi selecionada para a [[Ravenclaw|Ravenclaw (Corvinal)]] durante seus estudos em [[Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts|Hogwarts]]. Se tornou Ministra da Magia no fim da Primeira Guerra Bruxa. Ministra altamente capacitada, seu mandato teve início um ano antes da queda de [[Lord Voldemort|Voldemort]] em Godric's Hollow e sob seu comando os Aurores foram responsáveis pela captura de diversos [[Comensal da Morte|Comensais da Morte]]; Teve que responder à Confederação Internacional de Bruxos pelas inúmeras quebras do Estatuto Internacional de Sigilo no dia e na noite seguintes ao ataque de [[Lord Voldemort]] a [[Harry James Potter|Harry Potter]], que sobreviveu. Isentou-se de maneira magnífica, com palavras agora consideradas infames: "Reafirmo nosso direito inalienável de celebrar", que arrancou vivas de todos os presentes. Durante o seu governo, ocorreu no mundo trouxa a [[Guerra das Malvinas]]. Ele se aposentou em 1990 e é considerada um(a) dos maiores Ministros(as) do século XX.
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| [[Cornelius Fudge]] || 1990–1996 || Um político de carreira por demais afeiçoado à velha guarda. Foi o Ministro cujo mandato coincidiu com a ascensão de [[Lord Voldemort|Voldemort]], a persistência em negar a ameaça que Lord Voldemort representava acabou lhe custando o emprego, acabou saindo do cargo em 1996, após a Batalha do Departamento de Mistérios, na qual foi provado o retorno de Voldemort.
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