Mário Couto: diferenças entre revisões

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== Processos e Acusações ==
=== '''Anos 1980: bicheiros e ameaças a delegados''' ===
Na década de 80, o senador já era figura carimbada no mundo da contravenção penal. Em matéria recente, o Congresso em Foco, publicação do Congresso Nacional, revelou ao país aquilo que Couto ainda negava: ele foi um dos líderes da [[contravenção]] penal em [[Belém (Pará)|Belém]], nas décadas de 80 e 90. Reproduzindo informações da jornalista paraense Ana Célia Pinheiro, o jornal brasiliense informa que o senador do PSDB aparecia todos os dias nos jornais da época, ao lado de Miguel Pinho, Bosco Moisés, Valdemar e outros, ameaçando delegados e policiais civis que cumpriam a lei. O poder que ele e seus sócios exerciam no esquema ilegal era tanto que Couto dizia que "o jogo deveria ser tolerado e não reprimido, porque contribuía para obras de caridade do governo". Proprietário da banca de jogo '''A Favorita,''' estava sempre cercado de seguranças armados, chegando a ser um dos diretores de uma inusitada Associação dos Banqueiros e Bicheiros do Estado do Pará.
 
O "Congresso em Foco" publicou que: "as denúncias seguem em três linhas: fraude em folha de pagamento, com funcionários fantasmas e laranjas; fraude em licitações; e sonegação e evasão fiscal, uma vez que, com a fraude na folha, a consequência é o não pagamento de tributos".<ref name=":1">{{Citar web|titulo = 59. Mário Couto (PSDB-PA) é investigado por fraudes na Assembleia do Pará - Escândalos no congresso - Política|url = http://noticias.uol.com.br/politica/escandalos-no-congresso/mario-couto-psdb-pa-e-investigado-por-fraudes-na-assembleia-do-para.htm|website = Política|acessodata = 2016-02-04}}</ref><ref>{{Citar web|titulo = Veja a briga entre Humberto Costa e Mário Couto|url = http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/veja-a-briga-entre-humberto-costa-e-mario-couto/|website = Congresso em Foco|acessodata = 2016-02-04}}</ref>
 
=== '''Crime Eleitoral e Cestas Básicas devidas à Santa Casa''' ===
Em 2008, uma proposta de transação penal feita pela Procuradoria Regional Eleitoral no Pará e ratificada pela Procuradoria Geral da República dava início a uma decisão inusitada que poderia ajudar centenas de pessoas carentes que buscam tratamento na Santa Casa de Misericórdia em Belém. Relatada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, [[Marco Aurélio Mello]], o réu, o senador Mário Couto Filho (PSDB-PA), deveria doar mensalmente, durante um ano, uma cesta de remédios à Santa Casa de Misericórdia de Belém. O acordo, chamado no meio jurídico de transação penal, foi selado pelo ministro Marco Aurélio Mello. O tucano se declarou satisfeito, mas, na época do acordo, em novembro de 2008, chegou a reclamar da rigidez da lei eleitoral por obrigá-lo a pagar cerca de R$ 7 mil ao mês em multas.
 
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