Diferenças entre edições de "Carolina de Jesus"

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A pesquisadora Raffaella Fernandez organizou o material inédito deixado por Carolina de Jesus em 58 cadernos que somam 5 000 páginas de textos: são sete romances, sessenta textos curtos e cem poemas, além de quatro peças de teatro e de doze letras para [[Marchinha de Carnaval|marchas de carnaval]].<ref name=RaquelCozer>{{citar web |url=http://www1.folha.uol.com.br/colunas/raquelcozer/2014/11/1544775-estrela-misteriosa.shtml |titulo=Estrela misteriosa |ultimo=Cozer |primeiro=Raquel |publicado=Folha de S.Paulo |data=8 de novembro de 2014}}</ref>
 
Dos livros escritos acerca da autora, destacam-se ''Cinderela negra: a saga de Carolina Maria de Jesus'' (1994), de José Carlos Meihy e Robert Levine; ''Muito Bem, Carolina!: Biografia de Carolina Maria de Jesus'' (2007), de Eliana Moura de Castro e Marília Novais de Mata Machado; ''Carolina Maria de Jesus - Uma Escritora Improvável'' (2009), de Joel Rufino dos Santos; e ''A Vida Escrita de Carolina Maria de Jesus'', de Elzira Divina Perpétua.; <ref name=Uelinton/> e ''Carolina: uma biografia'' (2018) de Tom Jones). <ref name="TJones-OGlobo">{{citar web |url=https://oglobo.globo.com/cultura/livros/nova-biografia-de-carolina-de-jesus-tenta-afasta-la-do-estereotipo-de-escritora-de-favela-22486985 |titulo=Nova biografia de Carolina de Jesus tenta afastá-la do estereótipo de ‘escritora de favela’ |ultimo=Niklas |primeiro=Jan |publicado=O Globo |data=14 de março de 2018 |arquivourl=http://web.archive.org/web/20180521025648/https://oglobo.globo.com/cultura/livros/nova-biografia-de-carolina-de-jesus-tenta-afasta-la-do-estereotipo-de-escritora-de-favela-22486985 |arquivodata=21 de maio de 2018}}</ref>
 
Em 2014, como resultado do ''Projeto Vida por Escrito - Organização, classificação e preparação do inventário do arquivo de Carolina Maria de Jesus'', contemplado com o [[Prêmio Funarte de Arte Negra]], foi lançado o ''Portal Biobibliográfico de Carolina Maria de Jesus'' e, em 2015, foi lançado o livro ''Vida por Escrito - Guia do Acervo de Carolina Maria de Jesus'', organizado por [[Sergio Telles|Sergio Barcellos]]. O projeto mapeou todo o material da escritora, que passou a ser custodiado por diversas instituições, dentre elas: [[Biblioteca Nacional]], [[Instituto Moreira Salles]], [[Museu Afro Brasil]], Arquivo Público Municipal de Sacramento e [[Acervo de Escritores Mineiros da Faculdade de Letras|Acervo de Escritores Mineiros]] (UFMG).
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