Diferenças entre edições de "Dialética"

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Junto com [[Karl Marx]] e [[Engels]], sempre defendeu o caráter [[materialismo|materialista]] da dialética. Ele resumiu a dialética em três leis. A primeira lei é sobre a passagem da [[quantidade]] à [[qualidade]], mas que varia no ritmo/período. A segunda é a lei da interpenetração dos contrários, ou seja, a ideia de que tudo tem a ver com tudo, que os lados que se opõem são, na verdade, uma unidade, na qual um dos lados prevalece. A terceira lei é a negação da negação, na qual a negação e a afirmação são superadas. Porém, essas leis devem ser usadas com precaução, pois a dialética não se deixa reduzir a três leis apenas.
 
Após a morte de Marx, Lênin foi um dos [[revolução|revolucionários]] que lutaram contra a deformação da concepção [[marxismo|marxista]] da [[história]]. A partir dos estudos da obra de Hegel, Lênin aplicou os conhecimentos na prática, como na estratégia que liderou a tomada do poder na [[Rússia]], a visão historicista da sociedade, movida por lutas de classe segundo Marx acabariam na mão de Lenin por levar a Rússia a revolução bonchevique e ao desastre soviético.
 
Com a morte de Lênin, vem uma tendência anti-dialética com [[Stálin]], que desprezava a teoria. O que não o afasta das teorias centrais marxistas porém ele chegou a "corrigir" as três leis de Engels, traçando, por cima, quatro itens fundamentais para ele: conexão universal e interdependência dos [[fenómeno|fenômenos]]; movimento, transformação e desenvolvimento; passagem de um estado qualitativo a outro; e luta dos contrários como fonte interna do desenvolvimento.