Veículo flex: diferenças entre revisões

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|align="center"| 2003 || 39.853 || 9.411 || 49.264 || align="center"|2,9
|-align="right"
|align="center"| 2004 || 282,.710 || 49,.797 || 332,.507 || align="center"|15,2
|-align="right"
|align="center"| 2005 || 820,.791 || 60,.150 || 880,.941|| align="center"|37,1
|-align="right"
|align="center"| 2006 || 1,.291,.913 || 100,.142 || 1,.392,.055|| align="center"|56,3
|-align="right"
|align="center"| 2007 || 1,.764,.494 || 172,.437 || 1,.936,.931 || align="center"|69,1
|-align="right"
|align="center"| 2008 || 2,.026,.768 || 216,.800 || 2,.243,.648 || align="center"|74,7
|-align="right"
|align="center"| 2009|| 2,.298,.942 || 242,.211 || 2,.541,.153|| align="center"| 84,0
|-align="right"
|align="center"| 2010|| 2,.311,.721 || 315,.380 || 2,.627,.111 || align="center"| 77,1
|-align="right"
|align="center"| 2011|| 2,.215,.548 || 335,.234 || 2,.550,.782 || align="center"|80,7
|-align="right"
|align="center"| 2012|| 2,.418,.397 || 313,.663 || 2,.732,.060 ||align="center"|83,9
|-align="right"
|align="center"| 2013|| 2,.616,.845 || 333,.766 || 2,.950,.611 ||align="center"|84,2
|-align="right"
|align="center"| 2014|| 2,.291,.115 || 346,.607 || 2,.637,.722 ||align="center"|88,2
|-align="right"
|align="center"| 2015|| 1,.785,.284 || 212,.473 || 1,.997,.757 ||align="center"|85,4
|-align="right"
|align="center"| 2016|| 1.605.855 || 164.813 || 1.770.668 ||align="center"|84,0
|align="center" style="background: #ABCDEF;"|'''Total 2003-17'''|| align="center" style="background: #ABCDEF;"| 25.693.379 ||align="center" style="background: #ABCDEF;"| 3.080.009 ||style="background: #ABCDEF;"| '''28.773.388''' || align="center" style="background: #ABCDEF;"|70,3
|-
|colspan="65"|<small>'''Fonte''': ANFAVEA 2018<ref name=ANFAVEA2018>{{cite web|url=http://www.virapagina.com.br/anfavea2018|title= Anúario da Industria Automobilistica Brasileira 2018: Tabela 2.3 Produção por combustível - 1957/2017|author=ANFAVEA|publisher=ANFAVEA - Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Brasil) |accessdate=2018-12-16}}'' Veja Tabela 2.3 ''.</ref><ref name="ANFAVEA3">{{Citar web| url=http://www.anfavea.com.br/tabelas/autoveiculos/tabela10_producao.pdf|título= Produção de Automóveis por Tipo e Combustível - 2008 (Tabela 10) |publicado=ANFAVEA - Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Brasil) |acessodata=2009-02-05 |língua= }}</ref> e 2003-07<ref name="ANFAVEA2">{{Citar web|url=http://www.anfavea.com.br/anuario2008/capitulo2a.pdf |formato=PDF |título= Anúario Estatístico 2008: Tabelas 2.1-2.2-2.3 Produção por combustível - 1957/2007 |publicado=ANFAVEA - Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Brasil) |acessodata=2008-09-03 |língua=}}</ref> Frota flex total é 6.819.083 veículos<br />'''Nota:''' * O total de veículos leves inclui automóveis e veículos comerciais<br />leves com motor a gasolina, álcool puro, flex e diesel.</small>
|}
 
 
Disponíveis no mercado desde 2003, os veículos flex resultaram um sucesso comercial,<ref name="ICIS">{{Citar web| url=http://www.icis.com/Articles/2007/11/12/9077311/brazils-flex-fuel-car-production-rises-boosting-ethanol-consumption-to-record-highs.html |título=Brazil's flex-fuel car production rises, boosting ethanol consumption to record highs |data=2007-11-12|autor=William Lemos |publicado=ICIS chemical business |acessodata=2008-05-03 |língua=en}}</ref> e já em Agosto de 2008, a frota de automóveis e veículos comercias leves tipo "flex" tinha atingido a marca de 6,2 milhões de veículos,<ref name="ANFAVEA2"/><ref name="ANFAVEA3"/> representando um 23% da frota de veículos leves do Brasil.<ref name= "Folha Online">{{Citar web|url=http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u428265.shtml|título=Veículos flex somam 6 milhões e alcançam 23% da frota |data=2008-08-04| publicado=Folha Online |acessodata=2008-08-09 |língua=}}</ref> O sucesso dos veículos "flex", conjuntamente com a obrigatoriedade ao nível nacional de usar de 20 a 25% do álcool misturado com gasolina convencional ([[Misturas comuns do álcool combustível|E25]]), permitiu ao etanol combustível superar o consumo de gasolina em abril de 2008.<ref name= "ANP07_2008">{{Citar web|url=http://br.invertia.com/noticias/noticia.aspx?idNoticia=200807152306_ABR_77211977 |título=ANP: consumo de álcool combustível é 50% maior em 2007 |autor=Agência Brasil |data=2008-07-15|publicado=Invertia |acessodata=2008-08-09 |língua=}}</ref><ref name= "ANP02_2008">{{Citar web|url=http://www.agropecuariabrasil.com.br/anp-estima-que-consumo-de-alcool-supere-gasolina/ |título=ANP estima que consumo de álcool supere gasolina |autor=Gazeta Mercantil |data=2008|publicado=Agropecuária Brasil |acessodata=2008-08-09 |língua=}}</ref> A tradição e cultura no uso do etanol como combustível, herança do programa [[Pró-álcool]] criado nos anos setenta, favoreceu a rápida aceitação dos veículos flex no Brasil e seu sucesso comercial. Quando os autos flex foram oferecidos no mercado brasileiro, o país já tinha 30.000 postos de gasolina prontos para vender etanol em todo o país.<ref name= "Exame"/><ref name="Wilson">{{Citar web|url=http://www.wilsoncenter.org/topics/pubs/Brazil_SR_e3.pdf|título=Brazil Institute Special Report: The Global Dynamics of Biofuels|autor=Daniel Budny and Paulo Sotero, editor|publicado=Brazil Institute of the Woodrow Wilson Center |data=abril de 2007|acessodata=2008-05-03 |língua=en}}</ref>
 
[[imagem:Piracicaba 10 2008 29 VW Gol Total Flex 2003 with logo.jpg|left|thumb|250px|O [[Volkswagen Gol|VW Gol 1.6 Total Flex]] modelo 2003 foi o primeiro veículo de combustível flexible desenvolvido e comercializado no [[Brasil]], com capacidade de operar com qualquer mistura de [[gasolina]] ([[Misturas comuns do álcool combustível|E20-E25]]) e [[álcool combustível|etanol]] (E100)]]
 
A produção dos veículos flex no Brasil iniciou-se em maio de [[2003]], quando a [[Volkswagen]] montou uma linha de produção para automóveis de combustível flexível, resultando no [[Volkswagen Gol|Gol]] 1.6 "''Total Flex''". Dois meses depois a [[Chevrolet]] forneceu no mercado o [[Opel Corsa|Corsa]] 1.8 "''Flexpower''", com um motor desenvolvido em consórcio com a [[Fiat]], chamado de "''PowerTrain''". Em 2003 a produção de automóveis "flex" atingiu 39.853 autos e 9.411 veículos comerciais leves. Já em 2005, as montadoras produzindo veículos "flex" incluía Chevrolet, Fiat, [[Ford Motor Company|Ford]], [[Peugeot]], [[Renault]], Volkswagen, [[Honda]], [[Mitsubishi]], [[Toyota]] e [[Citroën]].<ref name="Fortune">{{Citar web|url=http://money.cnn.com/magazines/fortune/fortune_archive/2006/02/06/8367959/index.htm|título=How to Beat the High Cost of Gasoline. Forever! |publicado= Fortune |data= 2006-01-24|autor=Adam Lashinsky and Nelson D. Schwartz |acessodata=2008-08-13 |língua=Inglés}}</ref> As vendas dos veículos flex representaram 22% das vendas de automóveis novos em 2004, subindo para 73% em 2005,<ref name="Fortune"/> e atingindo um 87,6% en julho de 2008.<ref name= "July2008">{{Citar web|url=http://www.hojenoticias.com.br/negocios/vendas-de-veiculos-flex-no-brasil-sobem-311-em-julho-ant-2008/|título=Vendas de veículos flex no Brasil sobem 31,1% em julho 2008|autor=Reuters |data=2008-08-06|publicado=Hoje Notícias |acessodata=2008-08-13 |língua=}}</ref>
 
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