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A partir de [[1863]] surgiu o [[Salão dos Recusados]], onde quadros que não entravam no salão oficial poderiam ser expostos ali. Manet expôs neste salão de 1863 três quadros: ''"Victorine Mereunt em costume de toureiro"'', ''"Rapaz em costume espanhol"'' e ''"[[Le déjeuner sur l'herbe|Almoço na relva]]"''. O quadro ''"Almoço na Relva"'' foi um escândalo para a época pela nudez que alguns acharam vulgar, ele trazia dois homens vestidos e uma mulher nua. Suzanne Leenhoff (sua mulher) e Victorine Meurent (sua modelo preferida) posaram para a composição da mulher nua, sendo o corpo de Suzanne e o rosto de Victorine.
 
''"[[Olympia (Manet)|Olympia]]"'', pintada em 1863 mas só apresentada ao público em [[1865]], causou reações contrárias mais fortes do que ''"Almoço na relva"''. Era um retrato de uma jovem prostituta nua e havia uma referência audaciosa à obra de [[Ticiano]] (''[[Vênus de Urbino]]''). A modelo novamente foi Victorine Meurent retratada nua e aos seus pés um gato negro ao invés de um cachorro como no quadro de Ticiano. Em uma atmosfera erótica havia também falta de ''perspectiva'' (técnica onde se vê o tamanho certo dos objetos em relação a distância).
[[Ficheiro:Manet, Edouard - Young Flautist, or The Fifer, 1866 (2).jpg|thumb|right|160px|''"O tocador de Pífaro"'']]
 
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