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Durante as décadas de 1960 e 1970, porém, e seguindo as diretrizes das novas legislações de uso e ocupação do solo, e a valorização dos imóveis incentivada pela [[especulação imobiliária]], começaram a surgir naquele local os seus agora característicos "espigões" - edifícios de escritórios com 30 andares em média<ref name="Veja">http://veja.abril.com.br/acervodigital/home.aspx Revista Veja ed. 402 mai/1976 - página 50</ref>.
 
Muitos consideravam os casarões da Avenida Paulista patrimônios culturais e defendiam seu tombamento. Mas os terrenos dessas moradias estavam muito valorizadas e seus donos tinham o interesse em vender, por isso, em 1985, muitos donos depredaram seus casarões para impedir o tombamento.<ref>{{citar web |url=https://https://live.apto.vc/a-evolucao-da-avenida-paulista/ |titulo=A Evolução da Avenida Paulista foi criada por um uruguaio? |data=5 de junho de 2019 |acessodata=5 de junho de 2019}}</ref>
 
Durante esse período, a avenida passou por uma profunda reforma paisagística. Os [[wikt:leito|leitos]] destinados aos veículos foram alargados e criaram-se os atuais calçadões, caracterizados por um desenho [[branco e preto]] formado por [[mosaico português]]. O projeto de redesenho da avenida ficou a cargo do escritório da [[arquiteto|arquiteta]]-[[Paisagismo|paisagista]] [[Rosa Grena Kliass]], enquanto o projeto do novo [[mobiliário urbano]] da avenida foi assinado pelo escritório Ludovico & Martino.
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