Diferenças entre edições de "Aquenáton"

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No ano 12 ocorreu um grande festival em Aquetaton, cujo motivo exacto não se conhece. Seria talvez uma espécie de refundação da cidade de Aton. No palácio real foram recebidas delegações da Ásia, [[Líbia]], Núbia e das ilhas do [[Egeu]]. No livro ''Akhenaton - a revolução espiritual do Antigo Egito'', este evento teve por razão a co-regência com sua esposa [[Nefertiti]], que passou a adotar o título de [[Semencaré]].<ref group="nb">Não confundir o título com o nome do faraó. Semencaré significa ''o ká de Rá está firmemente estabelecido''. Panhesy, sacerdote de Heliópolis, casou-se com a filha mais velha de Aquenáton e Nefertiti, [[Meritaton]], e adotou o título de Semencaré, assumindo a regência logo após a morte de Nefertiti, daí a confusão que ainda existe sobre esse faraó.</ref>
 
O império que o Egito tinha construído ao longo das últimas décadas desintegrava-se aos poucos, possivelmente porque Aquenáton seria um pacifista, não desejando, portanto, manter reinos vassalos nem uma política militar imperialista. No [[Médio Oriente]], o Egito tinha os seus aliados e parece que o faraó não atendeu aos seus pedidos de ajuda, face à ameaça [[Hititas|hitita]]. Este povo acabaráacabaria por conquistar o Médio Oriente, tomando os portos da [[Fenícia]]; os Mitânios, aliados do Egito, são varridos do mapa. Povos beduínos invadem a Palestina e conquistam [[Jerusalém]] e [[Megido]]. Ao sul, o Egito perde o controle sobre as minas de [[ouro]] da [[Núbia]] fundamentais para o comércio egípcio.
 
== A arte de Amarna ==