Diferenças entre edições de "Heitor Villa-Lobos"

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Os estudos realizados pelo professor Francisco sobre a oratória os levou a publicar, em 1933, dois livros: A arte de falar em público e o Manual de califasia, califonia e calirritmia e arte de dizer. Eles foram dedicados ao estudo e aprimoramento da voz.<ref name="anamaria" /> Esses livros, até hoje, auxiliam diversas áreas do conhecimento. Os temas apresentados nesses livros servem de referências para a área da saúde como, por exemplo, a ''[[Fonoaudiologia]]''.<ref><nowiki>Maristela ROCHA, </nowiki>''[http://revistas.unincor.br/index.php/revistaunincor/article/view/726/pdf]''<nowiki>, Revista da Universidade Vale do Rio Verde, UninCor, USP, 30/12/2012}}</nowiki></ref>
 
Não é possível afirmar que Heitor Villa-Lobos tenha utilizado o ''Manual de Califasia, Califonia e Calirritmia'' do professor para a criação de seus cursos. O ''[[Canto Orfeônico]]'' iniciou oficialmente em 1932<ref name="revista21"><nowiki>Juarez Bezerra de Meneses, </nowiki>''[http://www.abemeducacaomusical.com.br/revista_abem/ed21/revista21_completa.pdf]''<nowiki>, Associação Brasileira de Educação Musical, Revista 21 Completa, ABEM, setembro de 2008</nowiki></ref>, já o manual do professor Francisco foi publicado um ano mais tarde.<ref name="anamaria" /> Porém, em 1948, foi lançado, pela editora Saraiva, o livro: "Manual de califasia, califonia, calirritmia e arte de dizer para uso das escolas normais - ginásios oficiais - canto orfeônico e de declamação", de ''[[Francisco da Silveira Bueno]]''. DestaDessa forma, é possível constatar uma interdisciplinaridade entre ''[[Francisco da Silveira Bueno]]'' e Heitor Villa-Lobos.<ref><nowiki>Juarez Bezerra de Meneses, </nowiki>''[http://200.144.255.59/catalogo_eletronico/fichaLivro.asp?Documento_Codigo=199065]''<nowiki>, Instituto de Estudos Brasileiros, Catálogo Eletrônico, USP</nowiki></ref>
Na década de 30 ocorrem alterações dos componentes curriculares, visando aos mesmos novas finalidades. Com istoisso, o professor de canto orfeônico passa a ser considerado um fomentador de uma nova identidade nacional. Já em 1932, através do decreto de lei nº 3.763, de 1 de fevereiro, através do Departamento de Educação, ''[[Anísio Teixeira]]'' sobre a direção de Heitor Villa-Lobos criam a Superintendência de Educação Musical (Sema). EsteEsse novo Órgão foi responsável pela organização do curso de Pedagogia da Música e do ''[[Canto Orfeônico]]''. EstesEsses cursos, que foram iniciados neste mesmo ano se, dividiam-se em 4 cursos: ''Declamação rítmica e califasia, Curso de preparação ao canto orfeônico, Curso especializado do ensino de música e canto orfeônico e Prática orfeônica''. Dentro do curso de declamação rítmica e califasia, sete conteúdos deveriam ser contemplados, entre eles: califasia e califonia.<ref name="revista21" />
EstesEsses cursos tinham como incumbência a preparação do aluno na prática de uma pronúncia legível e perfeita do texto a ser cantado (Califasia), de cantar uma melodia com perfeita afinação (Califonia) e no ajuste de cada palavra do texto com o ritmo da música (Calirritmia).<ref name="usp6deabril" /><ref name="usp25deagosto" /><ref name="pedagogia musical" /><ref name="descaminhos" />
 
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