Diferenças entre edições de "Lolita"

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Clegg vê a não revelação do romance dos sentimentos de Lolita como diretamente ligado para o fato que seu "real" nome é Dolores e (no romance mas não no filme) apenas Humbert refere para ela como Lolita.<ref>{{citar livro |título= Over her dead body: death, femininity and the aesthetic |primeiro = Elisabeth |último = Bronfen |página= 379|publicado = Manchester University Press|ano=1992|isbn=978-0719038273}}</ref> Humbert também afirma que ele tem efetivamente "[[Solipsismo|solipsizado]]" Lolita inicialmente no romance.<ref>{{harvnb|Nabokov|1997|p=60}}</ref> Eric Lemay escreve:
{{bquote|A menina humana, a única notada por não-[[Apetite sexual excessivo|ninfomaníacas]], responde para outros nomes, "Lo", "Lola", "Dolly", e, o menos fascinante de todos, "Dolores". "Mas em meus braços", afirma Humbert, "ela foi sempre Lolita". E em seus braços ou fora, "Lolita" foi sempre a criação da auto covardia de Humbert&nbsp;... Como uma sirena, Humbert canta uma canção de si mesmo, para si mesmo, e intitula aquele eu e aquela canção "Lolita".&nbsp;... Para transformar Dolores em Lolita, para selar esta triste adolescente dentro de sua auto almiscarada, Humbert deve negar para ela sua humanidade.<ref>{{Citar web|url = http://libraries.psu.edu/nabokov/lemay2.htm |título = Dolorous Laughter | primeiro = Eric | último = Lemay |página = 2 |acessodata=2 de Outubro de 2012}}</ref>}}
 
Em 2003, expatriada [[Povos iranianos|iraniana]] [[Azar Nafisi]] publicou a memória, ''Reading Lolita in Tehran'', sobre um encoberto grupo de leitura de mulheres. Em uma entrevista para [[National Public Radio|NPR]], Nafisi contrasta os dolorosos e sedutores lados da personagem de Dolores/Lolita. Ela nota "Porque seu nome não é Lolita, seu real nome é Dolores qual como você sabe em latim significa dolour, então seu real nome é associado com dor e com angústia e com inocência, enquanto Lolita torna-se uma espécie de cabeça leve, sedutora, e nome arejado. A Lolita de nosso romance é ambas destas ao mesmo tempo e em nossa cultura aqui hoje nós apenas associamos isso com um aspecto daquela pequena menina e a mais crassa interpretação dela". Seguindo os comentários de Nafisi, a entrevistadora da NPR, Madeleine Brand, lista como encarnações do último lado de Lolita, "a [[Amy Fisher|Long Island Lolita]], [[Britney Spears]], as [[Mary-Kate e Ashley Olsen|gêmeas Olsen]], e [[Sue Lyon]] em ''Lolita'' de Stanley Kubrick".<ref>2nd audio portion of {{Citar web|url=http://www.npr.org/templates/story/story.php?storyId=4846479 |título=50 Years Later, 'Lolita' Still Seduces Readers |publicado=NPR |acessodata=30 de Janeiro de 2011}}</ref>
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