Diferenças entre edições de "Nísia Floresta (escritora)"

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'''Nísia Floresta Brasileira Augusta''', [[pseudônimo]] de '''Dionísia Gonçalves Pinto''', ([[Papari]], atual [[Nísia Floresta|Papari]], [[12 de outubro]] de [[1810]] — [[Rouen]], [[França]], [[24 de abril]] de [[1885]]) foi uma [[educador]]a, [[escritor]]a e [[poeta|poetisa]] brasileira. Primeira na educação [[Feminismo|feminista]] no [[Brasil]], com protagonismo nas [[letras]], no [[jornalismo]] e nos [[Movimentos Sociais|movimentos sociais]].<ref name=":6" /> Defensora de ideais [[Abolicionismo|abolicionistas]], [[Republicanismo|republicanos]] e principalmente feministas, posicionamentos inovadores na época, influenciou a prática educacional brasileira, rompendo limites do lugar social destinado à mulher.<ref name=":0" /> Capaz de estabelecer um diálogo entre ideias europeias e o contexto brasileiro no qual viveu, dedicou obras e ensinos sobre a condição feminina e foi considerada pioneira do [[feminismo no Brasil]], além de denunciar injustiças contra escravos e indígenas brasileiros.<ref name=":0" />
 
No cenário de mulheres reclusas ao casamento e maternidade, diante de uma cultura de submissão,<ref name=":0" /> foi a primeira figura feminina a publicar textos em jornais, na época em que a imprensa nacional ainda engatinhava. Dionísia Pinto ainda dirigiu um colégio para meninas na cidade do [[Rio de Janeiro]] e escreveu diversas obras em defesa dos [[Direitos da mulher|direitos das mulheres]], índios e escravos, envolvendo-se plenamente com as questões culturais de seu tempo, através de sua militância sob diversas vertentes.<ref>{{Citar periódico|ultimo=Oliveira|primeiro=Alana Lima de|data=2016-07-18|titulo=A mulher que habitava em Nísia Floresta|url=http://rdl.org.br/seer/index.php/anacidil/article/view/101|jornal=Anais do CIDIL|volume=1|numero=0|paginas=131–151|issn=2525-3913}}</ref> Em seu livro Patronos e Acadêmicos, referente às personalidades da Academia Norte-Riograndense de Letras, Veríssimo de Melo começa o capítulo sobre Nísia da seguinte maneira: “Nísia Floresta Brasileira Augusta foi a mais notável mulher que a História do Rio Grande do Norte registra”.
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