Diferenças entre edições de "HMS Sheffield (D80)"

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Em junho de 1981, participou do Exercício Roebuck, após o qual ela disparou cinco mísseis [[Sea Dart]]. Após a participação no ''Exercício Ocean Safari'', partiu em novembro de 1981 para realizar patrulhas no [[Oceano Índico]] e no [[Golfo Pérsico]] .
 
Esteve em manutenção em [[Mombaça]], quando o capitão James Salt assumiu o comando, em 26 de janeiro de 1982. Salt (cujo serviço mais recente havia sido em submarinos) e seu segundo em comando (que havia sido um observador de helicópteros anti-submarinos) tinham pouca ou nenhuma experiência relevante em navios de superfície e pouca experiência em defesa aérea.<ref name="Grdn2017">{{Citar jornal |ultimo=Cobain |primeiro=Ian |url=https://www.theguardian.com/uk-news/2017/oct/15/revealed-full-story-behind-sinking-of-falklands-warship-hms-sheffield |titulo=Revealed: catalogue of failings that sank Falklands warship HMS Sheffield |data=15 October /10/2017 |acessodata=16 October 201724/11/2020 |website=The Guardian |publicado=}}</ref>
 
Em março de 1982, o navio transitou para o norte pelo [[Canal de Suez]], a fim de participar do Exercício Trem da Primavera, que foi realizado no [[Oceano Atlântico]].
==== Ataque argentino ====
[[Ficheiro:Super_Etendard_ARA_204.jpg|miniaturadaimagem|250x250px| [[Dassault-Breguet Super Étendard]] da Armada Argentina]]
O ''Sheffield'' foi detectado pela primeira vez por uma aeronave de patrulha da Aviação Naval Argentina [[Lockheed P-2 Neptune|Lockheed SP-2H Neptune]] (2-P-112), às 07h50 do dia 4 de maio de 1982. O Neptune manteve os navios britânicos sob vigilância, verificação a posição do ''Sheffield'' novamente às 8h14 e 8h43. Dois Super Étendards da [[Armada Argentina|Marinha Argentina]], ambos armados com [[MBDA Exocet|Exocets AM39]], decolaram da base aérea naval de [[Rio Grande (Terra do Fogo)|Río Grande]] às 09h45 e se encontraram com um navio-tanque KC-130H Hercules [[Força Aérea Argentina|da Força Aérea Argentina]] para reabastecer, às 10h. As duas aeronaves eram o 3-A-202, pilotado pelo comandante da missão Augusto Bedacarratz, e o 3-A-203, pilotado pelo Tenente Armando Mayora. <ref>[http://www.britains-smallwars.com/Falklands/Exocet.html Argentine Aircraft in the Falklands] {{Webarchive|url=https://web.archive.org/web/20090223051413/http://britains-smallwars.com/Falklands/Exocet.html|date=23 February /02/2009|title=}}</ref>
 
Nas duas semanas que antecederam o ataque, os pilotos argentinos vinham praticando táticas contra seus próprios navios, incluindo destróieres Tipo 42 da mesma classe do ''Sheffield'' e, portanto, conheciam o horizonte do radar, distâncias de detecção e tempos de reação do radar do navio, bem como o procedimento ideal para programar o míssil Exocet para um perfil de ataque bem-sucedido. <ref> https://apps.dtic.mil/dtic/tr/fulltext/u2/a475901.pdf</ref>
 
Às 10h35, o Netuno subiu para {{Cvt|1170|m|ft}} e detectou um contato grande e dois contatos de tamanho médio. Poucos minutos depois, o Neptune atualizou o Super Étendards com as posições. Voando em altitude muito baixa, por volta das 10h50, os Super Étendards subiram a {{Cvt|160|m|ft}} para verificar esses contatos, mas não conseguiram localizá-los e voltou para baixa altitude. Mais tarde, eles escalaram novamente e, após alguns segundos de varredura, os alvos apareceram em suas telas de radar. <ref name="britains-smallwars">[http://www.britains-smallwars.com/Falklands/Exocet.html Argentine Account of the role of the Exocet during the War] {{Webarchive|url=https://web.archive.org/web/20090223051413/http://britains-smallwars.com/Falklands/Exocet.html|date=23 February 2009}}</ref> <ref name="fuerzaaerea">[http://www.fuerzaaerea.mil.ar/conflicto/dias/may04b.html Argentine Air Force 4 May mission] {{Webarchive|url=https://web.archive.org/web/20070425070019/http://www.fuerzaaerea.mil.ar/conflicto/dias/may04b.html|date=25 April 2007}}</ref>
Ambos os pilotos carregaram as coordenadas em seus sistemas de armas, voltaram ao nível baixo e, após verificações de última hora, cada um lançou um míssil Exocet AM39 às 11h04. O Super Étendards não precisou reabastecer e pousou em Río Grande às 12h04.
 
Apoiando a missão estavam um [[Learjet 35]] da Força Aérea Argentina, como isca, e dois [[IAI Nesher|IAI Daggers]], como escoltas do KC-130. <ref name="britains-smallwars">[http://www.britains-smallwars.com/Falklands/Exocet.html Argentine Account of the role of the Exocet during the War] {{Webarchive|url=https://web.archive.org/web/20090223051413/http://britains-smallwars.com/Falklands/Exocet.html|date=23 February 2009}}</ref> <ref name="fuerzaaerea">[http://www.fuerzaaerea.mil.ar/conflicto/dias/may04b.html Argentine Air Force 4 May mission] {{Webarchive|url=https://web.archive.org/web/20070425070019/http://www.fuerzaaerea.mil.ar/conflicto/dias/may04b.html|date=25 April 2007}}</ref>
 
Aproximadamente às 10h de 4 de maio, ''Sheffield'' estava em estado e prontidão de segundo grau, mais distante ao Sul dos outros dois destróieres do tipo 42, que eram o HMS Glasgow e HMS Coventry, operando como um piquete antiaéreo avançado a oeste da força-tarefa principal, que ficava a sudeste das Malvinas. O tempo estava bom e o mar calmo, com ondas de 2 metros. {{HMS|Invincible|R05|6}} que estava com a força-tarefa principal era responsável pela Coordenação da Guerra Antiaérea (AAWC). O ''Sheffield'' havia substituído a nave irmã ''Coventry,'' pois esta estava tendo problemas técnicos com seu radar Tipo 965 .<ref name="hastings">''The Battle for the Falklands'', Max Hastings & Simon Jenkins, Pan Grand Strategy, 1983</ref>
Antes do ataque, os operadores de radar do ''Sheffield'' estavam tendo dificuldade em distinguir as aeronaves [[Dassault Mirage III|Mirage]] e Super Étendard, e o contratorpedeiro pode não ter tido sucesso na identificação ([[Identificação amigo ou inimigo|IFF]]). <ref>A. Preston. Sea Combat off the Falklands. Willis Collin. (1982),</ref> Apesar das instruções de inteligência que identificaram um ataque de Exocets por Super Étendards como possível, o ''Sheffield'' avaliou a ameaça como superestimada para os dois dias anteriores, e desconsiderou outro como um alarme falso.
 
Como o Type 965 não conseguiu detectar aeronaves voando baixo, as duas aeronaves inimigas que não foram detectadas voando a {{Cvt|30|m|ft}},<ref>{{Citar livro|título=Wings of the Malvinas: The Argentine Air War Over the Falklands|ultimo=Rivas|primeiro=Santiago|ano=2012|isbn=978-1902109220|publicação=Hikoki Publications|edition=reprin t}}</ref> apenas quando estavam a uma distância de {{Cvt|40|nmi|km}} pelo [[Receptor do alerta de radar|receptor de alerta de radar]] . Isso foi então confirmado pelo radar de alerta de aeronaves de longo alcance 965M do ''Glasgow,'' quando a aeronave saltou {{Cvt|120|ft|m}} acima do nível do mar para uma verificação de radar a {{Cvt|45|nmi|km}}. <ref>Report of Board of Inquiry at HMS Nelson 7 June 1982 into loss of HMS Sheffield, May 1982, Released by CIC Fleet Northwood, Sept 1982</ref> O ''Glasgow'' foi imediatamente para as estações de ação e comunicou o cóigo de advertência "Freio de mão" em [[Ultra High Frequency|UHF]] e HF a todos os navios da força-tarefa. Os contatos de radar também foram vistos pelo ''Invincible'', que direcionou [[BAE Sea Harrier|Sea Harriers]] em patrulha de combate para investigar, mas nada detectaram. O AAWC do ''Invincible'' declarou os contatos do radar como falsos e declarou alerta amarelo, em vez de aumentá-lo para vermelho.
 
Em resposta à advertência, o ''Glasgow'' deu uma ordem para a tripulação ficar em alerta com suas armas 4,5 polegadas Sea Dart. As aeronaves foram detectadas no radar avançado, mas não no conjunto de popa. Os sensores do Sheffield foram bloqueados por uma transmissão não autorizada de sistemas de comunicações por satélite do navio (SCOT). Nenhuma informação foi recebida via link de dados do ''Glasgow''. Sete segundos depois, o primeiro míssil Exocet foi disparado, em resposta ao qual ''Glasgow'' disparou suas contramedidas. A bordo do ''Sheffield'', só quando a fumaça do míssil foi avistada pelos vigias é que a tripulação percebeu que estava sob ataque. Os oficiais da ponte não chamaram o capitão à ponte, não fizeram chamadas para a central de ações, não tomaram medidas evasivas e não fizeram nenhum esforço para preparar o canhão de 4,5 polegadas, os mísseis Sea Dart ou ordenar contramedidas. <ref name="Woodward">{{Citar livro|título=One Hundred Days: The Memoirs of the Falklands Battle Group Commander|ultimo=Woodward|primeiro=Sandy|ultimo2=Robinson|primeiro2=Patrick|ano=1992|páginas=10, 11|isbn=1 55750 651 5|publicação=Naval Institute Press}}</ref><ref name="Grdn2017">{{Citar jornal |ultimo=Cobain |primeiro=Ian |url=https://www.theguardian.com/uk-news/2017/oct/15/revealed-full-story-behind-sinking-of-falklands-warship-hms-sheffield |titulo=Revealed: catalogue of failings that sank Falklands warship HMS Sheffield |data=15 October 2017 |acessodata=16 October 2017 |website=The Guardian}}</ref> O oficial de guerra antiaéreo foi chamado à sala de operações pelo principal oficial de guerra, chegando pouco antes do primeiro míssil atingir o casco.
Dos Exocet lançados, um caiu no mar a {{Cvt|0.5|mi|nmi}} do Sheffield, fora de seu [[Boca (náutica)|feixe de bombordo]]. <ref>[http://www.mod.uk/NR/rdonlyres/D5E979F4-CD1D-4626-86B5-F432355861EA/0/phase2_part2_narrative_of_attach.pdf Narrative of the attack] {{Webarchive|url=https://web.archive.org/web/20071212000955/http://www.mod.uk/NR/rdonlyres/D5E979F4-CD1D-4626-86B5-F432355861EA/0/phase2_part2_narrative_of_attach.pdf|date=12 December 2007}}, page 6</ref> Já o segundo míssil atingiu a embarcação no lado de estibordo, no nível 2 do convés, destruindo a sala de máquinas, criando um buraco de 1,2 metros no casco. Relatos contemporâneos sugeriram incorretamente que o míssil não explodiu, apesar de desativar os sistemas de distribuição elétrica do navio e romper o duto de água do mar pressurizado. Os danos ao sistema de incêndio prejudicaram gravemente qualquer resposta de combate ao fogo que se seguiu e, eventualmente, condenou o navio a ser consumido pelas chamas. <ref name="Board">[http://www.mod.uk/NR/rdonlyres/9D8947AC-D8DC-4BE7-8DCC-C9C623539BCF/0/boi_hms_sheffield.pdf Official MOD report into the sinking] {{Webarchive|url=https://web.archive.org/web/20120206212020/http://www.mod.uk/NR/rdonlyres/9D8947AC-D8DC-4BE7-8DCC-C9C623539BCF/0/boi_hms_sheffield.pdf|date=6 February 2012}}</ref>
 
Na hora do ataque, o capitão estava de folga em sua cabine, depois de ter visitado anteriormente a sala de operações, enquanto o oficial de guerra conversava com ordenanças. O ''Sheffield'' e ''Coventry'' estavam se comunicando em UHF, quando houve silêncio no rádio até que uma mensagem não identificada declarou que o "Sheffield foi atingido". <ref name="hastings">''The Battle for the Falklands'', Max Hastings & Simon Jenkins, Pan Grand Strategy, 1983</ref><ref>{{Citar web |ultimo=Marimón |primeiro=Albert Caballé |url=https://velhogeneral.com.br/2019/12/03/o-afundamento-do-hms-sheffield/ |titulo=O Afundamento do HMS Sheffield |data=2019-12-03 |acessodata=2020-11-24 |website=Velho General |lingua=pt-BR}}</ref>
 
==== Resposta ====
Com os principais sistemas de combate a incêndio fora de ação devido à perda do cano principal, a tripulação foi forçada a a combater o incêndio usando bombas e baldes portáteis movidos à eletricidade. O controle do combate a incêndios carecia de coesão e não era coordenado, sem coordenação de emergência sendo estabelecido, enquanto os membros da tripulação não tinham certeza de onde o Comando estava localizado. O ''Arrow'' e o ''Yarmouth'' ajudaram a combater o fogo do lado de fora (com pouco efeito) posicionando-se a bombordo e estibordo, respectivamente.
 
A tripulação do ''Sheffield'' lutou por quase quatro horas para salvar o navio antes que o Capitão Salt tomasse a decisão de abandonar o navio, devido ao risco de incêndios acendendo o carregador Sea Dart, a perda da capacidade de combate do destróier e a posição exposta ao ar ataque de ''Arrow'' e ''Yarmouth''. A maioria da tripulação do ''Sheffield'' foi transferida para o ''Arrow,'' alguns transferido para o ''Yarmouth,'' outros foram levados de helicóptero para o ''Hermes.''<ref>{{Citation|last=Ritchie|first1=Simon|title=How I survived Exocet attack|journal=The Press|date=3 May 03/05/2012|url=https://www.yorkpress.co.uk/news/9685778.how-i-survived-exocet-attack/|access-date=14 November /11/2019}}</ref> <ref>{{Citar web |url=http://www.icons.org.uk/nom/nominations/always-look-on-the-bright-side-of-life |titulo=Icons of England, "Always Look on the Bright Side of Life" |arquivourl=https://web.archive.org/web/20110717050535/http://www.icons.org.uk/nom/nominations/always-look-on-the-bright-side-of-life |arquivodata=2011-07-17}}</ref>
 
Nos seis dias seguintes, a partir de 4 de maio de 1982, enquanto o navio derivava, cinco inspeções foram feitas para ver se valia a pena salvar algum equipamento. Ordens foram emitidas para que o ''Sheffield'' fosse rebocado para a [[Ilhas Geórgia do Sul e Sandwich do Sul|Geórgia do Sul]]. <ref name="Woodward">{{Citar livro|título=One Hundred Days: The Memoirs of the Falklands Battle Group Commander|ultimo=Woodward|primeiro=Sandy|ultimo2=Robinson|primeiro2=Patrick|ano=1992|páginas=10, 11|isbn=1 55750 651 5|publicação=Naval Institute Press}}</ref> Porém, antes disso o casco já havia sido rebocado pelo ''Yarmouth'' . Em alto mar, o navio rebocado sofreu uma inundação lenta pelo buraco feito pelo míssil, causando uma inclinação para estibordo e que fez a embarcação adernar e afundar, na borda da Zona de Exclusão. Foi o primeiro navio britânico afundado em ação depois da [[Segunda Guerra Mundial]] . <ref name="Golowanow">{{Citar web |ultimo=Łukasz Golowanow |url=http://www.konflikty.pl/a,4141,Czasy_najnowsze,Rakieta_ktora_nie_wybuchla_.html |titulo=Rakieta, która nie wybuchła – czyli o zatopieniu HMS Sheffield |acessodata=5 May 2012 |lingua=Polish |titulotrad=The Missile that Did Not Detonate: On the Sinking of HMS Sheffield}}</ref>
 
==== Perda de vidaBaixas ====
[[Ficheiro:Neil_Goodall_HMS_Sheffield_grave_Lavender_Hill_Cemetery.JPG|miniaturadaimagem| O túmulo de um marinheiro que morreu no ataque argentino ao cemitério ''Sheffield'' Lavender Hill, Enfield.]]
Dos 281 membros da tripulação, 20 (principalmente em serviço na área da cozinha e sala de informática) morreram no ataque e outros 26 ficaram feridos, principalmente por queimaduras, inalação de fumaça ou choque. Apenas um corpo foi recuperado. Os sobreviventes foram levados para a [[Ilha de Ascensão]] no navio-tanque ''British Esk''. <ref name="Board">[http://www.mod.uk/NR/rdonlyres/9D8947AC-D8DC-4BE7-8DCC-C9C623539BCF/0/boi_hms_sheffield.pdf Official MOD report into the sinking] {{Webarchive|url=https://web.archive.org/web/20120206212020/http://www.mod.uk/NR/rdonlyres/9D8947AC-D8DC-4BE7-8DCC-C9C623539BCF/0/boi_hms_sheffield.pdf|date=6 February 2012}}</ref> O naufrágio é atualmente um [[túmulo de guerra]] e designado como ''local protegido'' <ref>{{Citar web |url=http://www.opsi.gov.uk/si/si2008/uksi_20080950_en_1 |titulo=Statutory Instrument 2008/0950 |acessodata=2008-07-19 |website=Office of Public Sector Information, 1 April 2008}}</ref> pela Lei de Proteção de Restos Militares, de 1986.<ref>{{Citar web |ultimo=Alexandre Galante |url=https://www.naval.com.br/blog/2020/05/04/hms-sheffield-as-falhas-que-levaram-ao-afundamento-nas-falklands/ |titulo=HMS Sheffield: as falhas que levaram ao afundamento nas Falklands |data=2020-05-04 |acessodata=2020-11-24 |website=Poder Naval - A informação naval comentada e discutida |lingua=pt-BR}}</ref>
 
== Quadro de inquérito ==
 
=== Fogo ===
O naufrágio de ''Sheffield'' às vezes é atribuído a uma superestrutura feita total ou parcialmente de [[alumínio]], cujo ponto de fusão e temperatura de ignição são significativamente mais baixos do que os do [[aço]] . No entanto, isso é incorreto, pois a superestrutura do ''Sheffield'' era inteiramente feita de aço. <ref name="AlFires">{{Citar web |url=http://www.hazegray.org/faq/smn6.htm#F7 |titulo=sci.military.naval FAQ, Part F – Surface Combatants Section F.7: Aluminum in warship construction |publicado=hazegray.org |arquivourl=https://web.archive.org/web/20140408041743/http://www.hazegray.org/faq/smn6.htm#F7 |arquivodata=2014-04-08}}</ref> A confusão está relacionada ao abandono do alumínio pelas marinhas dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha após vários incêndios na década de 1970. envolvendo o USS Belknap e HMS Horizon, outros navios que tinham superestruturas de alumínio. {{Nre|{{USS|Belknap|CG-26|6}} was the [[lead ship]] of [[Belknap-class cruiser|her class]] of [[guided missile cruiser]]s in the United States Navy. {{HMS|Amazon|F169|6}} was the first [[Type 21 frigate]] of the Royal Navy.}} O naufrágio das fragatas Tipo 21 Antelope e Ardent, ambas com superestruturas de alumínio, provavelmente também teve um efeito sobre essa crença, embora esses casos estejam novamente incorretos e a presença de alumínio não tenha nada a ver fazer com sua perda. <ref>{{Citar web |ultimo=Crum |primeiro=Kyle A. |ultimo2=McMichael |primeiro2=Jerri |url=https://www.navalengineers.org/ProceedingsDocs/ASNE%20Day%202012/Papers/Crum.pdf |titulo=Advances in Aluminum Relative to Ship Survivability |acessodatadata=16 June 2015|acessodata=24/11/2020 |publicado=navalengineers.org |formato=PDF |arquivourl=https://web.archive.org/web/20141228225855/https://www.navalengineers.org/ProceedingsDocs/ASNE%20Day%202012/Papers/Crum.pdf |arquivodata=28 December /12/2014 |ultimo3=Novak |primeiro3=Miloslav}}</ref> <ref>{{Citar web |ultimo= |primeiro= |url=http://www.austal.com/Libraries/Newsletters-Presentations-Presentations-and-Publications/Aluminium---Hull-Structure-in-Naval-Applications.pdf |titulo=Aluminum Hull Structure in Naval Applications |data= |acessodata=16 June /06/2015 |publicado=AUSTAL |formato=PDF |arquivourl=https://web.archive.org/web/20111116134653/http://www.austal.com/Libraries/Newsletters-Presentations-Presentations-and-Publications/Aluminium---Hull-Structure-in-Naval-Applications.pdf |arquivodata=16 November /11/2011}}</ref> <ref>{{Citar jornal |ultimo= |primeiro= |url=https://www.nytimes.com/1982/07/03/opinion/l-aluminum-s-not-to-blame-for-warship-loss-251244.html |titulo=Aluminum's Not to Blame For Warship Loss |data=3 July 03/07/1982 |acessodata=16 June /06/2015 |website=New York Times |publicado=}}</ref>
 
Os incêndios no ''Sheffield'' e em outros navios danificados pelo fogo causaram uma mudança posterior pela Marinha Real, quanto aos tecidos de [[náilon]] e sintéticos usados pelos marinheiros britânicos. Os sintéticos tinham uma tendência de derreter na pele, causando queimaduras mais graves do que se a tripulação estivesse usando roupas não sintéticas. 
<sup class="noprint Inline-Template Template-Fact" data-ve-ignore="true" style="white-space:nowrap;">&#x5B; ''<nowiki><span title="This claim needs references to reliable sources. (May 2013)">citação necessária</span></nowiki>'' &#x5D;</sup>
 
== Referências ==
[[Categoria:!Predefinição Webarchive wayback links]]
[[Categoria:!Páginas com traduções não revistas]]
<references />