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A falácia de Beethoven é usada pelo movimento pró-vida para argumentar contra a legalização do aborto. Fazendo uso da ideia do potencial humano de um feto, afirma que o aborto pode impedir que gênios venham a nascer. Afirma-se que ao abortar um feto, assume-se o risco de estar tirando a possível vida de uma pessoa que faria contribuições significativas para a humanidade, sendo assim, ela chega a conclusão de que o aborto nunca deve ser feito[carece de fontes?]. Seu surgimento é desconhecido, mas ela se espalha através do conhecimento popular e de sítios na Internet. Sua principal versão faz o uso do nome de um suposto professor da Faculdade de Medicina da UCLA[carece de fontes?] que indaga a seus alunos se um feto de mãe tuberculosa e pai sifilítico

RefutaçãoEditar

O cientista e escritor Richard Dawkins citou a falácia em seu livro The God Delusion.[1] Dawkins faz um adendo histórico à falácia, dizendo que, na verdade, Ludwig van Beethoven era o segundo filho de seus pais (e não ou quinto ou nono como contam algumas versões) e não há provas de que seu pai era portador de sífilis. Dawkins chama atenção ao fato de que, a falácia não nota que o potencial humano não faz nascer apenas gênios ou pessoas boas, citando Adolf Hitler.[1]

Referências

  1. a b DAWKINS, Richard (2007). Deus, um Delírio. [S.l.]: Companhia das Letras. 520 páginas. 978-85-359-1070-4