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Generalização precipitada é uma falácia lógica que ocorre quando o tamanho de uma amostra apresentada é pequeno demais para sustentar uma generalização[1], ou seja, apesar de ser possível que apenas uma amostra represente a população, a amostra é insuficiente para comprovar a afirmação.

ExemplosEditar

  • Eu conheci um francês que falava muito alto. Portanto, todo francês fala muito alto.
  • Alguns políticos desviaram verbas da saúde. Então, todo político é ladrão. (Vale ressaltar que esse exemplo é também um Non sequitur, já que a conclusão é verdadeira mas não por causa da premissa)

Referências

Ligações externasEditar