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Henrique Ernesto de Almeida Coutinho

Henrique Ernesto de Almeida Coutinho
Nascimento 15 de julho de 1788
Barcelos
Morte 29 de março de 1868 (79 anos)
Porto
Cidadania Portugal
Ocupação poeta, escritor

Henrique Ernesto de Almeida Coutinho, (Barcelos, 15 de Julho de 1788 - Porto, 29 de Março de 1868) foi um poeta e crítico português.

Índice

BiografiaEditar

Henrique Ernesto de Almeida Coutinho nasceu em Barcelos a 15 de Julho de 1788, e foi filho de José de Almeida Moreira Coutinho e de sua mulher D. Ana Rita de Almeida.[1] Passou a maior parte da sua vida na cidade do Porto, onde exerceu a sua actividade literária.

Como poeta, compôs alguns poemas originais, entre eles o Monge e o Convertido, e traduziu para português alguns poemas de Alexander Pope, Thomas Gray e Lord Byron. O ramo porém em que Almeida Coutinho foi mais notável, foi em crítica artística, sendo muito apreciados os seus estudos sobre dois quadros de António Manuel da Fonseca e de Roquencourt.[2]

Na maioria dos trabalhos que publicou, assinou com as iniciais H. E. A. C. ou H. E. de A. C.

Foi pai do professor e músico José Ernesto de Almeida.

Henrique Ernesto de Almeida Coutinho, foi Fidalgo da Casa Real, Cavaleiro da Ordem de Cristo e Sócio da Academia de Belas Artes do Porto, entre outros cargos e títulos. Apesar disto, Inocêncio Francisco da Silva[1] relata no seu Dicionário Bibliográfico Português, que o poeta portuense terminou a vida na indigência, tendo falecido a 29 de Março de 1868.

Obras publicadasEditar

  • 1835 - Epístola de Heloisa a Abeilard, composta por A. Pope.
  • 1836 - Algumas poesias.
  • 1837 - As saudades do bardo ortodoxo: poema.(eBook)
  • 1837 - O cemitério da aldeia, canto elegiaco de Thomas Gray, traduzido em verso português, por H. E. A. C.
  • 1839 - O cerco de Corinto: poema de Lord Byron traduzido em verso português por H. E. A. C.(eBook)
  • 1840 - A Noite, ou o enterro de Carlota: poema.
  • 1847 - A saudade, canto elegiaco: na morte do jovem João Alvares de Almeida Guimarães. (eBook)
  • 1857 - O monge e o convertido, ou as vinte e quatro horas: Poema.
  • 1865 - A saudade interminável, ou tributo mais que devido á memória de sua majestade fidelíssima o senhor D. Pedro V.

Ligações externasEditar

Notas

  1. a b SILVA, Inocêncio Francisco da. Dicionário bibliográfico português: F-J. Lisboa: Imprensa Nacional, 1859.
  2. CHAGAS, Manuel Pinheiro. Dicionário popular: histórico, geográfico, mitológico, biográfico, artístico, bibliográfico e literário. Lisboa: Lallemant Frères, 1878.
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