Hoechst AG

Hoechst AG
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Industriepark Höchst, Leunabrücke.jpg
Criação
Extinção
Forma jurídica
GmbH (d) (a partir de )
Sede social
Sectores de atividade
Efectivos
9 200 ()
6 000 ()
15 000 ()
10 000 ()
14 600 ()
11 000 ()
8 000 ()
11 784 ()
169 295 ()
172 900 ()
179 332 ()
177 668 ()
Fundadores
Adolf von Brüning (d)
Eugen Lucius (d)
Carl Friedrich Wilhelm Meister (d)
Director
Jürgen Dormann (d)
Empresa-mãe
Sanofi (a partir de )
Quotação
Website

A Hoechst AG foi uma indústria química alemã e depois dedicada ao ramo farmacêutico, que após fundida com a Rhône-Poulenc em 1999 foi denominada Aventis. Com a fusão desta última com a Sanofi-Synthélabo em 2004, tornou-se subsidiária do grupo farmacêutico Sanofi-Aventis.

Technisches Verwaltungsgebäude der Hoechst AG nos anos 1950

Na década de 1930, a Hoechst fazia parte da corporação mais poderosa da Alemanha, a IG Farben, juntamente com a AGFA, a BASF, a Bayer e outras empresas químicas e farmacêuticas alemãs. Com a contrapartida de apoio para sua expansão e o investimento em uma tecnologia estratégica para suas empresas, o cartel doou 400 mil marcos para a campanha que ajudou a nomear Adolf Hitler chanceler, além de desenvolver uma borracha sintética, combustíveis de alta performance (utilizados pelas Forças Armadas), óleo combustível e ainda o famigerado Ziklon-B (gás utilizado nas câmaras de extermínio). Segundo a obra "IG Farben - From Anilin to Forced Labor", as fábricas da corporação utilizava trabalhadores forçados como cobaias em seus experimentos com novos medicamentos e vacinas.[1]

Referências

  1. LIMA, Cláudia de Castro. Os aliados ocultos de Hitler. Revista Super Interessante, São Paulo, n. 333, p. 24-35, mai, 2014.

BibliografiaEditar

Ligações externasEditar

 
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