Indian Removal Act

O Indian Removal Act foi assinado em lei em 28 de maio de 1830, pelo presidente dos Estados Unidos, Andrew Jackson. A lei autorizou o presidente a negociar com tribos nativas americanas do sul (incluindo do meio-atlântico) para sua remoção para território federal a oeste do rio Mississippi em troca do assentamento branco de suas terras ancestrais.[1][2][3] A Lei foi assinada por Andrew Jackson e foi fortemente aplicada sob sua administração e a de Martin Van Buren, que se estendeu até 1841.[4]

A Lei foi fortemente apoiada pelas populações do sul e do noroeste, mas foi contestada por tribos nativas e pelo Partido Whig. Os Cherokees trabalharam juntos para impedir essa realocação, mas não tiveram sucesso; eles acabaram sendo removidos à força pelo governo dos Estados Unidos em uma marcha para o oeste que mais tarde ficou conhecida como a Trilha das Lágrimas, que foi descrita como um ato de genocídio, porque muitos morreram durante as remoções.[5]

ReferênciasEditar

  1. The U.S. Senate passed the bill on April 24, 1830 (28–19), the U.S. House passed it on May 26, 1830 (102–97); Prucha, Francis Paul, The Great Father: The United States Government and the American Indians, Volume I, Lincoln: University of Nebraska Press, 1984, p. 206.
  2. The Congressional Record; May 26, 1830; House vote No. 149; Government Tracker online; retrieved October 2015
  3. «Indian Removal Act: Primary Documents of Americas History». Library of Congress. Consultado em 12 de maio de 2011 
  4. Lewey, Guenter (1 de setembro de 2004). «Were American Indians the Victims of Genocide?». Commentary. Consultado em 8 de março de 2017  Also available in reprint from the History News Network.
  5. The "Indian Problem". 10:51–11:17: National Museum of the American Indian. 3 de março de 2015. Em cena em 12:21. Consultado em 16 de abril de 2018. When you move a people from one place to another, when you displace people, when you wrench people from their homelands ... wasn't that genocide? We don't make the case that there was genocide. We know there was. Yet here we are.