João Bittar

João Bittar (São Paulo, 14 de março de 1951 — São Paulo, 18 de dezembro de 2011) foi um fotógrafo brasileiro.

João Bittar
Nascimento 14 de março de 1951
São Paulo
Morte 18 de dezembro de 2011 (60 anos)
Cidadania Brasil

BiografiaEditar

Iniciou sua carreira já com a idade de 17 anos, e desde então vinha trabalhando para os principais órgãos de imprensa, como Folha de S.Paulo (onde chegou a editor de fotografia e ajudou a introduzir a digitalização gráfica do jornal), Veja, Gazeta Mercantil, Isto É, Diário de S. Paulo e Época, entre outros. Em 1966, aos 15 anos, João Bittar foi à porta da Editora Abril, em São Paulo, pleitear uma vaga de jornalista. Recebeu um belo não, mas garantiu uma ocupação de office-boy no departamento de fotografia da empresa. Era louco por reportagens e, desde os 10 anos, estava convencido de que escrever seria seu destino. Mas o acaso tiraria as palavras do caminho e Bittar escreveria uma trajetória singular no fotojornalismo brasileiro.

Em 1977, Bittar integrou, ao lado do também fotógrafo Hélio Campos Mello, a equipe inaugural da revista IstoÉ, fundada pelo jornalista Mino Carta. Bittar e Campos Mello cobriram para a IstoÉ as greves do ABC paulista, pólvora na fogueira que exigia a reabertura política no País. Dois anos mais tarde, na Convenção Nacional dos Metalúrgicos, em Poços de Caldas (MG), Bittar flagrou o então líder sindical e ex-presidente Lula de barriga despida, apontando o indicador direito para o umbigo.

Fez parte da comissão julgadora do Prêmio Esso de Jornalismo[1]

Em 1985, criou a agência Angular Fotojornalismo, seu último trabalho.

Morreu de infarto e deixou a mulher (a fotógrafa Heloísa Ballarini) e três filhos.

Referências

  1. «Prêmio Esso 2000». Consultado em 18 de dezembro de 2011. Arquivado do original em 14 de fevereiro de 2012 

Ligações externasEditar

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