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João Mascarenhas, marquês de Gouveia

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João Mascarenhas, 4º marquês de Gouveia e 7º conde de Santa Cruz, foi o filho primogénito de D. Martinho Mascarenhas e Inácia Rosa de Távora.[1] Apesar de casado, apaixonou-se por uma senhora também casada, fugiu com ela.

Sucedeu ao pai no cargo de mordomo-mor e em todos os vínculos, alcaidarias-mores e comendas de sua Casa.

Como o crime era gravíssimo e punido com as mais severas penas, viu-se impossibilitado de voltar ao reino, e renunciou a sua casa e títulos em favor de seu irmão D. José Mascarenhas da Silva e Lencastre,[1] ficando este com uma posição na corte bem diferente da que tencionava.

Casara em Espanha em 15 de outubro de 1718 com D. Teresa de Moscoso y Aragón,[1] viúva de D. Manuel Pimentel, Marquês de Malpica em Espanha, filha de Luís de Moscoso Osório Mendoza y Rojas, marquês de Almazan y Poza, e de sua esposa D. Angela de Aragón. Não tendo filhos.

Estando casado,perdeu-se de amores por Maria da Penha de França de Mendonça, dama do Paço e esposa de D. Lourenço de Almada, e com ela fugiu para a Galiza e aí em Tui tentaram se esconder. Tendo sido ambos perseguidos pelo próprio rei de Portugal, ela acabou recolhida num convento, indicado pelo bispo de Tui, e o marquês foi obrigado a fugir para a Inglaterra.[1] Diz «Nobreza de Portugal», tomo II, página 642 «refugiado pelo Mundo sem parte certa», depois de renunciar a seus direitos em favor do irmão, D. José Mascarenhas, para não sofrer os rigores da lei.[1]

Referências

BibliografiaEditar