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La Princesse de Babylone

La Princesse de Babylone é um conto filosófico , escrito por Voltaire em 1768. Trata-se da saga da princesa Formosante, da Babilônia em busca de seu amante Amazan, um pastor. [1]

ResumoEditar

O rei Belus, da Babilônia, resolve promover um torneio para arranjar um esposo digno de sua belíssima filha (Formosante). Dele participam o faraó do Egito, o cã dos citas e o xá das índias. Amazan, mesmo sem declarar-se participante do difícil torneio promovido, subjuga todos os concorrentes, mostrando-se o mais digno esposo possível para Formosante. Entretanto, da mesma forma que este galante herói aparece, ele desaparece. [2]

Para encontrar o esposo merecedor de sua filha, o Oráculo recomenda que a princesa parte em peregrinação. E junto com a Fenix que lhe fora presenteada por Amazan e com sua fiel serva Isla, Formosante parte em busca do reino de Amazan, enfrentando perigos, como o despeitado faraó do Egito. A princesa precisa fingir-se interessada nele para conseguir fugir. Um melro, espião de Amazan, vê a cena e acredita que Formosante tenha traído seu amo. Quando esta chega ao reino do amado, descobre que ele de lá fugira desesperado de tristeza e ciúme. [2]

Formosante viaja mais uma vez atrás do amado pela China, pelo Império dos Cimérios, Escandinávia, o reino dos sámatras, Germânia, Batávia, Albion. Em todos esses lugares Amazan deixava provas de sua fidelidade a Formosante fugindo do país assim que alguma princesa ou bela dama se insinuava para ele. [2]

Entretanto, Formosante finalmente o encontra na Gália, adormecido nos braços de uma mulher por quem Amazan sucumbiu aos encantos. Enfurecida, a princesa é quem dessa vez foge jurando não querer mais saber de seu príncipe amado e foge pelo mundo. É a vez de Amazan correr atrás dela, até a Ibéria, onde descobre que ela foi pega por um grupo de inquisidores que viam na princesa e sua fênix uma bruxa que houvera feito pacto com o diabo, disfarçado de grande pássaro falante. Amazan resgata Formosante, eles fazem as pazes, tudo a tempo de voltar e salvar o reino da Babilônia dos exércitos furiosos dos três reis preteridos no início da história. [2]

Mais uma vez Voltaire faz grandes críticas políticas, religiosas, e comportamentais aos homens de sua época através de uma narrativa agradável e cheia de aventuras, mostrando-se um homem com pensamentos a frente de seu tempo livre de educação. [2]

Referências

  1. «La Princesse de Babylone - Voltaire». Bac de Francais. Consultado em 12 de julho de 2019 
  2. a b c d e Voltaite (1877). «La Princesse de Babylone». Wikisource de Oeuvres complètes de Voltaire, ed. Garnier, tomo 21 (p. 369). (em francês). Consultado em 12 de julho de 2019