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Lira do Amor foi uma escola de samba histórica do Rio de Janeiro. Situava-se no subúrbio de Bento Ribeiro, na Rua Pacheco da Rocha.[1] É citada na famosa música Geografia Popular, de Marquinhos de Oswaldo Cruz, Edinho Oliveira / Arlindo Cruz e interpretada por Beth Carvalho.[2] Também aparece no conto A Morte da Porta-Estandarte, de Aníbal Machado.[3]

HistóriaEditar

A escola esteve presente no Carnaval de 1933, não obtendo classificação.[4]

Em 1941, Paulo da Portela, depois de se desentender com integrantes de sua escola, a Portela, passou a integrar a Lira do Amor.[1] No entanto, após a sua transferência, a escola não desfilou entre 1942 e 1945, por causa de reflexos da II Guerra Mundial no Carnaval Carioca.[1]

Em 1946 e 1947, voltou a desfilar, já com Paulo como seu presidente, obtendo duas vezes o sexto lugar.[1] Após a morte do compositor e dirigente, em 1949, não mais desfilou, extinguindo-se.[1]

Referências

  1. a b c d e Portelaweb. «5ª parte: A Lira de Paulo». Consultado em 2 de junho de 2013 
  2. Geografia carioca do samba - Luiz Fernando Vianna, página 144
  3. Histórias reunídas - Aníbal Machado - Google Livros
  4. Academia do Samba. «1933». Consultado em 2 de junho de 2013 
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