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Loko
Loko . Atinmé-vodun
símbolos gameleira-branca . Milicia excelsa . Ceiba pentandra
sincretismo Iroco . Tempo

Loco,[1] Loko[2][3][4] ou Atinmé-vodun ("o vodum dentro da árvore") é um vodum do candomblé jeje. Representa o primeiro ser sagrado do mundo, por isso considerado o primogênito de Mawu e Lissá, muito embora Sakpatá seja, muitas vezes, reconhecido com esta atribuição. Loko é cultuado em toda parte: tanto pode ser um Ji-vodun, como um Ayi-vodun, assim como também Tô-vodun e Henu-vodun. Os vodúnsis de Loko que são chamados de Lokosi, em muitos casos, têm os cabelos raspados apenas na metade esquerda do crânio.

ÁrvoresEditar

Os Atinmé-vodun podem habitar diferentes espécies de árvores, mas suas favoritas são mesmo o lokotin (gameleira-branca, no Brasil; Milicia excelsa, na África) e o huntin (Ceiba pentandra, conhecida no Brasil como sumaúma-de-várzea). Pode, também, eleger outras como o detin (Elaeis guineensis, o dendezeiro), o kpentin (Carica papaya, o mamoeiro) etc. Cacciatore (1977:165) relata que diferentes espécies foram usadas ​​para representar o vodum Loko da nação Jeje.

Associações com outras divindades africanasEditar

Loco é, popularmente, correlacionado com o orixá Iroco na tradição queto, e o inquice Tempo na tradição Angola.

Referências