Lynx (constelação)

constelação

Lince

Lynx constellation map.svg
Nome latino
Genitivo

Lynx
Lyncis

Abreviatura Lyn
 • Coordenadas
Ascensão reta
Declinação
8 h
45°
Área total 545° quadrados
 • Dados observacionais
Visibilidade
- Latitude mínima
- Latitude máxima
- Meridiano
 
-55°
+90°
15 de Março, às 21h
Estrela principal
- Magn. apar.
Alfa Lyncis
3,14
Outras estrelas
- Magn. apar. < 3
- Magn. apar. < 6
 
0
-
 • Chuva de meteoros

Nenhuma

 • Constelações limítrofes
Em sentido horário:

Lynx, a Lince, é uma constelação do hemisfério celestial norte. O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é Lyncis.

As constelações vizinhas, segundo as delineações contemporâneas, são a Ursa Maior, a Girafa, o Cocheiro, os Gêmeos, o Caranguejo e o Leão Menor.

A constelação foi introduzida no final do século XVII pelo astrônomo polaco Hevélio. É considerada uma constelação "fraca", com as poucas estrelas mais brilhantes que possui formando uma linha em zigue-zague. A gigante laranja Alfa da Lince é a mais brilhante da constelação, e a variável semirregular Y Lyncis é uma favorita de observadores amadores. Seis sistemas estelares contendo planetas foram descobertos nesta constelação: os sistemas 6 Lyncis e HD 75898 foram descobertos através do método Doppler; os sistemas XO-2, XO-4, XO-5 e WASP-13 foram detectados quando passavam na frente da estrela-mãe.

Dentro dos limites da constelação estão NGC 2419, um aglomerado globular anormalmente remoto; a galáxia NGC 2770, em que foram recém-detectadas três supernovas de tipo Ib; o quasar distante APM 08279+5255, cuja luz é ampliada e refratada em múltiplas imagens pelo efeito de lenteamento gravitacional de uma galáxia em primeiro plano; e o Superaglomerado da Lince, que fora o mais distante superaglomerado conhecido quando foi descoberto em 1999.

Referências

  Este artigo sobre astronomia é um esboço relacionado ao Projeto Astronomia. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.